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quarta-feira, 8 de julho de 2015

EM TOM EMOCIONAL

Com informações do Blog do Magno Martins -

A reação da presidente Dilma ao movimento da oposição pela sua cassação, afirmando que não vai cair, foi o assunto mais comentado, ontem, em Brasília. Para alguns analistas, ao dar um tom emocional à resposta, Dilma deu mais combustível para a oposição radicalizar o confronto. Alguns políticos interpretaram como um desafio, uma provocação.

Outros associaram à declaração do ex-presidente Fernando Collor quando enfrentava o acirrando do clima contra ele. Não necessariamente esta declaração terá a mesma consequência. Collor chamou os brasileiros para ir à rua e eles foram, mas contra o então presidente.

O primeiro semestre acabou há uma semana e não houve a tão esperada estabilidade econômica. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, um dos pilares do governo nos primeiros meses, perde apoio político a olhos vistos e está ausente até de anúncios de medidas que afetam os gastos públicos. O país permanece sob o risco de perder o grau de investimento.

O quadro só não é pior porque o PMDB, que flerta com a crise, está dividido, e seus caciques não são fortes o suficiente para conduzir um processo de impeachment. O presidente do Senado, Renan Calheiros, e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, são lideranças políticas fortes no Congresso Nacional, mas não têm condições de comandar qualquer movimento que envolva a sociedade.

Os dois estão citados nas investigações da Lava Jato. Michel Temer, vice-presidente da República, também não tem penetração popular. Na condição de coordenador político, Temer ainda não conseguiu melhorar a governabilidade e, se houver provas de irregularidades na campanha, ele fica sob risco.

Por enquanto, as hipóteses em discussão são: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar Dilma e Temer por financiamento ilegal da chapa no caso de comprovação dos fatos narrados na Lava Jato; ou a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de recomendar a reprovação das contas de 2014 do governo Dilma – o processo será julgado no segundo semestre, mas a evolução depende do Congresso.

Para qualquer um dos roteiros será necessário mobilização popular. Não é um processo simples. O PT tem ainda bases sociais, apoio de parte dos movimentos sindicais e das entidades estudantis. É um partido em crise, mas capaz de resistir. O aumento do desemprego e acirramento da crise política e social podem ser o fiel da balança, com manifestações espontâneas revelando o caminho a ser seguido.

MINISTÉRIO CHINFRIM– Do líder do MST, João Pedro Stedile: “O governo errou ao montar um ministério muito dependente de partidos conservadores, que inclusive votam contra o governo no parlamento. Chega a ser esquizofrênico. Talvez seja o pior ministério desde a nova república, e está resumindo a crise a um problema de déficit no orçamento. Ora, o déficit no orçamento é apenas consequência da crise, e não adianta tomar medidas paliativas”.

Firme e forte– Lideranças do PSB dizem que é falsa a existência de um suposto movimento que estaria sendo deflagrado para substituir Sileno Guedes na presidência estadual do PSB. Ressaltam que o socialista, embora acumulando a pasta de Governo na Prefeitura do Recife, tem se dedicado com afinco ao partido, com um desempenho exemplar, promovendo, recentemente, um seminário nacional exitoso no Estado.





Catando apoio– O governador Paulo Câmara buscou, ontem, junto à FAB, apoio para conseguir atrair o hub que a Latam pretende instalar no Nordeste. Em Câmara audiência com o comandante da FAB, Tenente-brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, argumentou que o Estado tem a melhor infraestrutura. O governador pediu também a liberação de terrenos pertencentes à FAB no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Gilberto Freyre.

Marta socialista– O presidente do PSB, Carlos Siqueira, diz que não há nenhum obstáculo para a filiação de Marta Suplicy, marcada para 15 de agosto. Segundo ele, a senadora nunca tratou de financiamento de campanha durante as negociações. A ex-petista andou cogitando se aliar ao PMDB para garantir mais tempo de TV na disputa à Prefeitura de São Paulo em 2016, mas Siqueira garante que a senadora já bateu o martelo com a legenda socialista.

Água para beber e irrigar– O senador Fernando Bezerra Coelho esteve, ontem, com o secretário do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Maurício Muniz de Carvalho, a quem cobrou a restauração da Adutora de Amaraji, o que garante água para mais de 80 mil habitantes de Gravatá e Chã Grande. Ao presidente da Codevasf, Felipe Mendes de Oliveira, pediu a liberação de R$ 26 milhões para a execução de obras de apoio à fruticultura irrigada no Vale do São Francisco. 

CURTAS 

REAÇÃO TUCANA– De Aécio Neves: “Tudo que contraria o PT, e os interesses do PT, é golpe. Na verdade, o discurso golpista é o do PT, que não reconhece os instrumentos de fiscalização e de representação da sociedade em uma democracia. O discurso golpista do PT tem claramente o objetivo de constranger e inibir instituições legítimas, que cumprem plenamente seu papel.

POÇOS- Ao sair de reunião no Palácio do Planalto com a presidente Dilma, o presidente do PT, Rui Falcão, disse que não há crise política no País. Ele deu a declaração ao ser questionado sobre a razão de partidos da base terem que divulgar uma nota de apoio à presidente e ao vice. “Não há crise política nenhuma, as instituições estão funcionando regularmente”, afirmou.

Perguntar não ofende: Dilma anda chorando pelos corredores palacianos, como deixou vazar um ministro? 

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