A décima análise da Consultoria Econômica e Planejamento (Ceplan) constatou um crescimento maior no Agreste Central e no Agreste Setentrional de Pernambuco em relação à Região Metropolitana do Recife, ao próprio Estado, ao Nordeste e ao Brasil no período de 2000 a 2009.
Enquanto a Região de Desenvolvimento (RD) Agreste Central, liderada por Caruaru, cresceu 4,1%, a RD Agreste Setentrional, liderada por Santa Cruz do Capibaribe, cresceu 3,8%.
As regiões estudadas obtiveram crescimento de 9,1% (Central) e 9,2% (Setentrional) no número de empregos formais. No entanto, cerca de 80% dos trabalhadores de Santa Cruz do Capibaribe e região trabalhavam na informalidade até 2010, e quase 75% da vizinhança de Caruaru.
Contrapondo-se aos avanços econômicos, os indicadores sociais não são dos melhores. Menos de 25% das famílias no Agreste Central vive com ¼ do salário mínimo e menos de 50% vive com até metade da remuneração mínima. No Agreste Setentrional, 21% dos domicílios recebem até ¼ e 47,7%, a metade do salário.
A taxa de analfabetismo até diminuiu, mas os 24,6% no Agreste Central e os 25,3% no Setentrional preocupam. Mais animadores são os números de abandono escolar, que caíram pela metade tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio nas duas regiões de desenvolvimento.
Da FOLHA PE



0 comentários:
Postar um comentário