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Pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 21, revelou que 83.646 jovens aprendizes de 14 a 24 anos foram inseridos no mercado de trabalho. A faixa etária com maior colocação foi a de 16 a 18 anos, com 49,7 mil aprendizes contratados. O estado do Espírito Santo teve o maior número de contratações, com 4.581.
Em dez estados, a meta de contratação foi superada em mais de 100%, com destaque para o Espírito Santo, onde as ações fiscais chegaram a 215% da meta proposta. A meta é fixada de acordo com o potencial de contratação das empresas, para cumprimento da cota.
De acordo com a coordenadora nacional de Aprendizagem da SIT (Secretaria de Inspeção do Ministério do Trabalho), Taís Lyrio Lisboa, bons resultados também foram observados no Ceará, onde a fiscalização garantiu a inserção de 4.560 aprendizes, com 130% da meta alcançada. Minas Gerais, que contratou 15.736 aprendizes, e Rio de Janeiro, que colocou 12 mil jovens nas empresas, também superaram em mais de 100% a meta.
Com os resultados, a SIT já alcançou 66% da meta de fiscalização prevista para este ano na inserção de jovens no programa de Aprendizagem Profissional do órgão.
A secretária de Inspeção do Trabalho, Maria Teresa Jensen, observou que os números demonstram que a fiscalização do trabalho tem cumprido um papel social importante e apela para a sensibilização das empresas. "Nossa expectativa é que as empresas não encarem como um mero dever legal, mas como uma possibilidade de ter jovens preparados para o mercado de trabalho, como um grande benefício social", acentua.
A cota de aprendizes está fixada entre 5% e 15%, calculada sobre o total de empregados cujas funções demandem formação profissional. As empresas que contratam aprendizes recebem incentivos fiscais e tributários.
Foto: Reprodução da internet
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