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domingo, 19 de janeiro de 2014

SPORT E BOTAFOGO-PB FICAM NO EMPATE NA ESTREIA NA COPA DO NORDESTE

Apesar de jogar quase todo segundo tempo contra um adversário inferiorizado numericamente - Frontini foi expulso com pouco mais de dez minutos - o Sport ficou no empate por 1x1 diante do Botafogo (PB), na largada do dois times no grupo B da Copa do Nordeste 2014. O Leão volta a campo na próxima quinta-feira (23) diante do Náutico, na Ilha do Retiro.

Como mudou muito pouco em relação ao fim da temporada passada - e, diga-se de passagem, desfavoravelmente - o Sport não mudou em seu grande defeito: a marcação. A distância que qualquer jogador de vermelho e preto dava para qualquer adversário de preto e branco era suficiente para este último receber, raciocinar e definir a jogada. O pior para os pernambucanos é que a recíproca não era verdadeira.

Foi assim que o Botafogo abriu o placar aos cinco minutos. Ao tentar acionar Marcelo Cordeiro, o passe de Felipe Azevedo foi interceptado. O contra-ataque chegou aos pés de Frontini. Livre, ele cortou para o meio do jeito que quis e teve tempo suficiente para acertar um belo chute no ângulo esquerdo de Magrão.

Se marcava mal, o Sport era bem melhor marcado. O Botafogo oscilava pressão no campo ofensivo e no meio. Apesar de ter dois volantes com boa saída de jogo - Rithely e Naldinho - o time rubro-negro sofreu. E a válvula de escape terminou sendo o lateral-direito Patric, sempre contando com a ajuda de Aílton naquele setor.

Porém, era muito pouco para envolver o adversário. Como Aílton caía mais pela direita e os volantes não encostavam nos atacantes, Felipe Azevedo teve que recuar para fazer o papel de meia. O problema é que Sandrinho não tem porte físico para jogar de costas para zagueiros. As jogadas terminavam sem conclusão.

Como procurava tomar a bola o mais perto possível da área do Sport, o time paraibano chegava com mais perigo, principalmente pelo lado esquerdo da defesa leonina. Aos 25, Hércules cruzou e Oswaldo apareceu antes de Frontini para mandar a escanteio. Na cobrança, Frontini cabeceou pressionado por Mancha e mandou para fora, com perigo.

O Sport só veio obrigar o goleiro Remerson a trabalhar efetivamente na reta final da etapa. Aos 39, Oswaldo cruzou da direita e o volante cabeceou baixo. O goleiro do Botafogo fez a defesa. A essa altura, Sandrinho tentava jogar mais pelo lado direito. Aílton ficou mais centralizado. Essa postura deu mais equilíbrio quando o time tinha a posse de bola. Mas a deficiência em retomar essa posse manteve-se até o fim da etapa.

Quem esperava uma postura diferente do Sport no segundo tempo, viu apenas um clone da etapa anterior nos primeiros minutos. Ao invés de atacar o adversário com a posse de bola para retomá-la, os leoninos apenas acompanhavam - quando muito cercavam. E foi assim que Lenílson recebeu de Frontin perto da marca do pênalti. Livre, ele ajeitou e só não marcou o segundo porque Magrão saiu rápido e fechou o ângulo fazendo uma boa defesa. No rebote, o mesmo Lenílson ainda teve tempo de chutar mas foi travado por Ferron.

Apesar da dificuldade, o Sport soube aproveitar o primeiro erro defensivo do Botafogo. Aos dez minutos, Marcelo Cordeiro desceu ao ataque pela esquerda. E cruzou alto. Aparentemente uma bola fácil para a defesa cortar, mas todo mundo ficou olhando e esqueceu de Felipe Azevedo, que vinha pela direita. Em cima da linha da pequena área, o atacante bateu de primeira e decretou a igualdade.

Como que por encanto, o gol fez o vento mudar de direção e soprar a favor dos rubro-negros. Apenas um minuto depois do gol de empate, Frontini dominou a bola após Magrão dar um rebote. Como não havia ninguém para marcar, o goleiro saiu para dar uma de zagueiro. E no corte para o lado direito do adversário, o camisa 1 pisou em seu pé. Frontini caiu, mas o árbitro interpretou como simulação e puxou o cartão amarelo. Como o mesmo jogador já havia sido advertido da mesma forma, a cor mudou para vermelho e os campeões da Série D ficaram sem sua peça mais perigosa.

No meio da confusão resultante da expulsão, os torcedores também aprontaram. De acordo com a PM da Paraíba, alguns torcedores do Sport resolveram comemorar o gol atirando pedras no simpatizantes do outro lado. A Polícia entrou em ação com balas de borracha e spray de pimenta. Parte do spray veio para o gramado atingindo Rithely e Oswaldo, que precisaram de atendimento mas conseguiram voltar ao jogo sem problemas.

Era a hora de o Sport aproveitar a inferioridade do adversário e partir para cima. E Geninho tentou fazê-lo ao acionar Éverton Felipe no lugar de Rithely, que já estava com cartão amarelo. Mas quantidade de atacantes nem sempre se reflete em ofensividade. O treinador abriu mão de um jogador com boa saída de bola para acionar um jovem promissor que tentava a todo momento o drible mas sem êxito.

O jogo ficou totalmente igual e sem que os ataques levassem vantagem sobre as defesas. O Sport ainda teve Ronaldo e Érico Júnior nos lugares dos nulos Aílton e Sandrinho. E Érico fez em 15 minutos o que Sandrinho não fez com cinco vezes mais tempo em campo. Aos 44 após tabela com Marcelo Cordeiro, ele chutou mas Remerson saiu bem do gol e fez a defesa. 

Quatro minutos depois, mesmo caindo, ele rolou para Patric, na pequena área, chutar torto, para fora. Aos 51 ele foi lançado por Felipe Azevedo, cortou para o meio e chutou com perigo. A bola desviou em Pio e foi a escanteio. Na cobrança, Felipe Azevedo foi esquecido novamente no mesmo lugar em que marcou o gol de empate. A diferença foi que, desta vez, ele acertou o travessão.

Informa o BLOG DO TORCEDOR

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