VOCÊ FAZ O SUCESSO

VOCÊ FAZ O SUCESSO

BAIXE O APLICATIVO RADIOSNET E OUÇA A NOVA XUCURU EM TODO LUGAR; CLIQUE NA FOTO ABAIXO E SAIBA MAIS

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

ULTRAPASSAR PELO ACOSTAMENTO TERÁ MULTA DE R$ 957 E RACHA DARÁ ATÉ 10 ANOS DE PRISÃO

Com informações da Agência Estado -

Entra em vigor neste sábado (1º), o aperto mais significativo da legislação brasileira de trânsito desde a adoção da lei seca, em 2008. Quem for flagrado disputando racha terá de pagar R$ 1.915,40. Se as disputas deixarem mortos ou feridos, a punição poderá chegar a 10 anos de prisão. Já para ultrapassagem em local proibido ou pelo acostamento, o valor passa a ser de R$ 957,70; e, em caso de reincidência, os valores serão dobrados.

Das 11 alterações feitas pelo Congresso e sancionadas pela presidente Dilma Rousseff neste ano, seis se referem à mudança no valor das multas - quatro delas envolvendo ultrapassagens perigosas pelo acostamento, entre veículos, invadindo outro sentido ou pela direita. Essas infrações respondem por 11% (359.431) das mais de 3 milhões de multas aplicadas em 2013 pela Polícia Rodoviária Federal em todo o País.

Para se ter ideia, a cada hora 41 pessoas são flagradas em uma dessas situações nas rodovias federais do País, conforme a Polícia Rodoviária. Somente em São Paulo, houve 91.825 notificações do gênero em estradas estaduais, entre janeiro e setembro deste ano. Tudo indica que o número está em crescimento: foram 97.961 no ano passado - 11 por hora.

"A ultrapassagem em local proibido é responsável em grande parte pelos acidentes frontais mais graves que resultam em vítimas", disse o tenente André Matielo, do Comando de Policiamento Rodoviário da Polícia Militar de São Paulo. Dados do Mapa da Violência de 2014 apontam que mais de 46 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes nas estradas do Brasil, registrados em 2012.

O número é 38,3% maior do que há dez anos. O oficial da PM concorda com a tendência de a penalidade financeira ser ampliada. "O que mais pesa para o condutor é o bolso, sem dúvida nenhuma." Para o coordenador do Núcleo de Estudos em Segurança no Trânsito da USP, Coca Ferraz, os valores das multas precisavam ser atualizados, e a medida terá efeito na quantidade de acidentes registrados. "Com esse tipo de multa, certamente vamos inibir a infração, que leva aos acidentes graves."

Racha

Houve alteração ainda nas multas para quem se envolver em racha ou promover disputas, passando de R$ 547,62 e R$ 957,70, respectivamente, para de R$ 1.915,40. O valor ainda dobra em caso de reincidência. Em caso de lesão corporal grave durante essa infração, passa-se a prever reclusão de 3 a 6 anos; em caso de morte, a punição mínima será de 5 anos e a máxima, de 10 anos.

Ferraz, da USP, relatou ter estudado a relação entre multas e a quantidade de mortes em acidentes. Para ele, quanto maior a fiscalização, menor o número de vítimas. "Existe relação direta" disse.

Lei seca. Há ainda na nova legislação um complemento à lei seca. A jurisprudência nos tribunais já permitia a condenação de quem fosse flagrado dirigindo sob efeito de álcool com pena de 6 meses a 3 anos.

Mas a forma de comprovação passa a incluir agora, textualmente, exames toxicológicos. Anteriormente, a lei já havia sido alterada para permitir o uso de testemunhos e vídeos.

MAIS MULHERES SÃO CHEFES DE FAMÍLIA, E JOVENS OPTAM POR SER MÃE MAIS TARDE

Com informações do G1 -

Os dados de gênero divulgados nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que as brasileiras estão tendo filhos mais tarde e se tornando chefes de família em mais domicílios do país. A análise engloba uma década e compara dados dos censos de 2000 e 2010. Nesse período, a proporção de brasileiras com ao menos um filho diminuiu em todas as faixas etárias mais jovens (veja gráfico ao lado). Esse seria um dos reflexos do aumento da escolarização delas, que passaram a postergar a maternidade para continuar os estudos.

Em 2000, as mulheres comandavam 24,9% dos 44,8 milhões de domicílios particulares. Em 2010, essa proporção cresceu para 38,7% dos 57,3 milhões de domicílios – um aumento de 13,7 pontos percentuais. O IBGE considera como responsável aquela pessoa reconhecida como tal pelo demais moradores do domicílio.

Quando analisados os dados das áreas rural e urbana, verifica-se que, no campo, ainda é mais comum o homem ser o chefe da família. Nas cidades, elas são as responsáveis em 39,3% das famílias, enquanto que na área rural essa proporção é de 24,8%.

Ao analisar o tipo de composição familiar, as mulheres aparecem como chefes de 87,4% das famílias de pessoas sem cônjuge e com filhos. Essa proporção diminui consideravelmente quando a formação é casal com filho (22,7%) ou casal sem filho (23,8%).

Trabalho
O estudo mostrou ainda que houve um crescimento maior da taxa de atividade entre as mulheres do que entre os homens no período. A taxa de atividade mostra a proporção da população em idade ativa (16 anos ou mais) que se encontra trabalhando ou procurando trabalho. "É um movimento que começou na década de 70, com as mulheres se inserindo mais no mercado de trabalho", afirma Barbara Cobo, gerente de indicadores sociais do IBGE e coordenadora da pesquisa.

No geral, a taxa se manteve estável: em torno de 64%. No entanto, enquanto a taxa de atividade dos homens caiu de 79,7% em 2000 para 75,7% em 2010, a das mulheres aumentou de 50,1% para 54,6%.

A faixa etária das mulheres que teve um aumento mais expressivo na taxa de atividade foi de 50 a 59 anos – de 39% em 2000 para 50,2% em 2010. Já o maior recuo entre os homens ocorreu na faixa etária de 16 a 29 anos (81% em 2000 contra 74,6% em 2010).

Apesar de os números mostrarem mais mulheres trabalhando, elas ainda enfrentam condições de informalidade. Em todos os grupos de idade ou raça, a taxa de formalização das mulheres teve um crescimento menor que a dos homens e ficou abaixo da taxa nacional de 2010.

O diferencial entre os sexos passou de 3,8 pontos percentuais em 2000 para 6,7 pontos percentuais em 2010. Em 2000, a taxa de formalização deles era de 50%, e delas, 51,3%. Em 2010, a taxa dos homens alcançou 59,2%, enquanto a das mulheres ficou em 57,9%.  

"A taxa de formalização mostra as pessoas que de alguma forma contribuem para a previdência e possuem garantias para que a renda não vá a zero se acontece algo. Ela significa empregos de qualidade", explica Barbara.

REELEIÇÕES E CONTINUISMO MARCAM PRIMEIRA DISPUTA APÓS OS PROTESTOS DE 2013

Com informações do Blog de Jamildo -

Um ano e quatro meses depois da onda de protestos ocorrida nas principais cidades do País pedindo mudanças na forma de fazer política e na gestão pública, a eleição de 2014 foi marcada por um continuísmo expresso na reeleição de presidente Dilma Rousseff (PT) e de diversos governadores em todo o País. A petista enfrentou a disputa mais acirrada dos últimos 25 anos, mas venceu a eleição com 51,64% dos votos, contra os 48,36% do senador Aécio Neves (PSDB).

Dos dez maiores colégios eleitorais do País, apenas em dois houve uma ruptura política nas eleições concluídas no último domingo (26). Em Minas Gerais, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PT) venceu as eleições estaduais, encerrando um período de 12 anos de gestão do PSDB. Já no Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB) bateu o governador Tarso Genro (PT). Os gaúchos não reelegem um governador desde a redemocratização.

Em cinco dos dez maiores estados, os atuais governadores foram reeleitos: Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo; Luiz Fernando Pezão (PMDB), no Rio de Janeiro; Beto Richa (PSDB), no Paraná; Simão Jatene (PSDB), no Pará; e Raimundo Colombo (PSD), em Santa Catarina.

Os casos de Alckmin e de Pezão são os mais emblemáticos. O primeiro porque a onda de protestos ocorrida em junho de 2013 começou em São Paulo, a partir de uma reivindicação contra o aumento no preço das passagens de ônibus. As manifestações ganharam força depois das ações de repressão da Polícia Militar (PM) e se espalharam pelo País.

No Rio de Janeiro, durante semanas, manifestantes ocuparam uma área em frente à casa do ex-governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), no Leblon; o que gerou embates com a PM. Em novembro do ano passado, apenas 25% dos fluminenses aprovavam a gestão do governador, segundo o Datafolha. Ele renunciou ao cargo em abril deste ano para viabilizar a candidatura de Pezão. Em junho, desistiu de disputar uma vaga ao Senado para abrir espaço para César Maia (DEM), que acabou não sendo eleito.

Em três dos grandes eleitorados, o atual governador não podia disputar a reeleição, mas fez o sucessor. É o caso da Bahia, com Rui Costa (PT) e Jacques Wagner (PT); de Pernambuco, com Paulo Câmara (PSB) e Eduardo Campos (PSB); e do Ceará, com Camilo Santa (PT) e Cid Gomes (PROS).

MUDANÇA NO ELEITORADO – Para a professora de Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Raldianny Pereira, doutora em Sociologia com trabalhos na área de movimentos sociais, os protestos do ano passado tiveram diversos motivos e integraram vários movimentos, o que torna simplista afirmar que eles queriam a mudança de gestor e não se refletiram nas urnas.

“O que há de significativo nessas eleições é que mais uma vez a sociedade, os movimentos, o povo, foi às ruas. Independente das suas ideias, ambos os grupos foram às ruas. Acho que isso foi muito significativo para a história política do País”, explica.

Raldianny lembra que ao longo do segundo turno das eleições presidenciais, a população se envolveu diretamente no processo de escolha política, o que seria um reflexo do movimento ocorrido em junho do ano passado. “Esse movimento acabou, de certo modo, até revertendo a perspectiva da eleição presidencial. Porque Aécio, inclusive, aparentemente estava vencendo as eleições”, lembra.

A pesquisadora acredita que o engajamento dos brasileiros no dia-a-dia político não deve esmaecer após o resultado das eleições, e sim repercutir pelos próximos anos. “É uma tendência crescer. E espero, sinceramente, que seja assim para a própria mudança da sociedade. Porque cabe, realmente, aos movimentos sociais, tomarem as rédeas do destino do País”, defende.

Foto: AFP

MENDONÇA FILHO DIZ QUE NÃO SE SUBMETERÁ A PATRULHAMENTO DA FETAPE

Com informações do Blog de Inaldo Sampaio -

O líder do DEM na Câmara Federal, Mendonça Filho, divulgou nota nesta sexta-feira (31) rebatendo críticas da Fetape ao seu comportamento por ter liderado naquela Casa a derrubada do decreto presidencial que instituía conselhos populares na definição das políticas públicas do governo federal.

Ei-la:

1 – Os conselhos sociais existente no País foram criados por projeto de Lei, seja no âmbito municipal, estadual ou federal. O que significa que foram discutidos no Parlamento e com segmentos da sociedade. A primeira vez que se tentou criar e definir regras de funcionamento para os conselhos sociais de forma autoritária e antidemocrática foi agora com a presidente Dilma. Com uma canetada, assinando um decreto presidencial, a presidente feriu o princípio democrático da autonomia entre os poderes. Conselhos sociais podem e devem ser criados, desde que passem pelo Congresso, poder ao qual cabe constitucionalmente discutir e aprovar a matéria.

2 – É nítido que no País existem segmentos da chamada esquerda que querem e defendem que o Governo do PT governe sem Congresso. O que significa governar sem os representantes do povo. Essa posição, sim, é flertar com o autoritarismo reinante na América Latina, a exemplo da Bolívia e Venezuela;

3 – O PT e a presidente Dilma querem criar os ditos conselhos populares bolivarianos para reforçar o aparelhamento partidário existente na máquina pública, a exemplo das agências reguladoras. O País sabe que o resultado desse aparelhamento é incompetência na gestão pública e denúncias de corrupção como o caso lamentável da Petrobrás;

4 – Como foi editado, o decreto da presidente Dilma estava formatado para que o critério de escolha dos integrantes desses conselhos obedecesse à lógica do alinhamento político, ideológico e partidário com o PT e com o Governo da presidente;

5 – Tenho 28 anos de vida pública, com ficha limpa, e uma trajetória reconhecida em defesa dos princípios democráticos. Reconhecimento de entidades sérias como a OAB nacional pela qual fui homenageado pelas minha posições em defesa da democracia. Na minha vida pública criei, formei e integrei conselhos sociais. Dois desses conselhos – o Estadual de Gestão da Seca e o de Reforma Agrária – tive o prazer de formar e integrar com entidades como a Fetape, na época presidida por José Rodrigues;

6 – Sempre tive posições claras. Nunca me submeti e nem irei me submeter a patrulhamento da Fetape ou de quem quer que seja. Qualquer explicação sobre minhas posições farei ao eleitor, que confiou a mim a sua representação na Câmara dos Deputados. Não vou me intimidar com histerismo petista, nem da esquerdopatia, que querem impor ao Brasil um modelo venezuelano;

7 – O Projeto de Decreto Legislativo (PDC 1.491/20140) que revogou o decreto presidencial 8243/2014, ao contrário do que tenta fazer crer a Fetape, não é uma posição antidemocrática, nem foi decisão monocrática. O projeto foi discutido com juristas, tramitou na Câmara e contou desde o primeiro momento com o apoio de 19 dos 22 partidos representados na Casa, entre os quais o PDT, o PPS, o PV e o PSB, este último partido com o qual a Fetape tem afinidade política histórica. Isso significa que o projeto de minha autoria foi aprovado com o apoio de 410 dos 513 deputados. Ou seja, maioria esmagadora da Câmara dos Deputados.

8 – Para finalizar, está claro que a Câmara dos Deputados votou contra o decreto presidencial bolivariano por interesses institucionais e não ideológicos. O fato de a presidente estar no poder e ser reeleita agora não significa que a sociedade tenha dado a ela poderes de ser dona da República, passar por cima dos outros poderes, muito menos ser dona da verdade absoluta. Aproveito para reafirmar que recebi de parcela expressiva dos pernambucanos a confiança para continuar desempenhando o meu papel de oposição cobrando, fiscalizando, denunciando e, acima de tudo, defendendo os princípios democráticos e os interesses do nosso Estado.

PETISTAS CRITICAM PSDB POR PEDIDO DE AUDITORIA DAS ELEIÇÕES AO TSE

Com informações da Exame.com -

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, classificou como "inacreditável" o pedido de auditoria do PSDB. "É inacreditável e vergonhoso. O PSDB insulta a democracia e o povo brasileiro", afirmou Rossetto, um dos coordenadores da campanha da presidente Dilma Rousseff.

O PSDB protocolou nesta quinta-feira, 30, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedido de auditoria para verificar o resultado das eleições.

A legenda justifica que há "uma somatória de denúncias e desconfianças por parte da população brasileira" motivada pela decisão do tribunal de só divulgar o resultado da eleição presidencial após a votação no Acre.

O candidato tucano Aécio Neves perdeu a disputa para Dilma Rousseff por uma diferença de 3,28 pontos percentuais.

"É um desserviço à democracia e um desrespeito à vontade do povo", disse Rossetto, destacando que "historicamente" o TSE respeita o fuso horário do Acre - três horas de diferença em relação a Brasília -, antes de divulgar o primeiro resultado parcial, com o objetivo de não induzir o eleitor que ainda não votou.

Outros petistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo acusaram os tucanos de forçar um "3.º turno" após a derrota nas urnas. Vice-presidente da Câmara, o deputado Arlindo Chinaglia (SP) considerou "lamentável" o comportamento do PSDB.

"Se não apresenta prova e se orienta por boato, o partido desrespeita o TSE. Uma representação dessa é negar a lisura dos ministros do TSE", afirmou Chinaglia.

"O PSDB está ultrapassando os limites do respeito a um processo democrático que se exige de todo e qualquer partido", disse o líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS), para quem a sigla adversária "está entrando perigosamente por um ambiente de 3.º turno que tangencia o desrespeito à vontade da maioria".

O deputado Carlos Zarattini (SP) definiu como "muito grave" a ação movida pelo PSDB e disse que ela tem a finalidade de alimentar um ambiente de tensão. "O único objetivo disso é manter o clima de disputa e de acirramento." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Foto: Reuters

ALUNOS PERNAMBUCANOS CHEGAM NA FINAL DA OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA

Com informações do JC ONLINE -

A lista com os 38 alunos e professores selecionados para a final da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro no gênero poema foi divulgada nesta quinta-feira (30) em Belo Horizonte. Dos estudantes selecionados, dois são pernambucanos, que receberam como prêmio medalhas de prata e tablets; e suas escolas receberam uma placa de homenagem.

A Olimpíada visa aprimorar a didática dos professores da Língua Portuguesa das redes de ensino público no País, assim como desenvolver as competências de escrita nos estudantes, contribuindo para a qualidade de ensino. Para que isso seja realizado, é oferecido aos professores uma metodologia baseada em ensino e aprendizado da língua através dos gêneros textuais. O programa foi criada pelo Ministério da Educação (MEC) e pela Fundação Itaú Social.

A final será em dezembro, com 152 finalistas que foram selecionados em quatro gêneros textuais: poemas, memórias literárias, crônica e artigo de opinião. Entre os finalistas serão escolhidos 20 alunos e 20 professores como os fencedores das Olimpíadas. Eles receberão como premiação medalhas de ouro e notebooks. As escolas dos 20 estudantes vencedores receberão laboratórios de informática, com dez microcomputadores, uma impressora, projetor e telão; assim como livros para a biblioteca.

Nesta edição, que é a 12ª desde a sua criação, das Olimpíadas foram recebidas 170.266 inscrições, vindas de 5014 cidades diferentes. Desde o seu início, o projeto já recebeu 598 mil inscrições.

Os vencedores de Pernambuco são:


Título: Um Cantinho De Magias

Aluno: Gustavo Messias De Amorim Barbosa, de Camaragibe

Professor: Maria Solange De Lira

Escola: Escola Antonio Correia De Araújo

Título: Lá Vem... Lá Vem...

Aluno: Jullyo Cesar Ferreira Da Silva, de Petrolina

Professor: Edelmize Rodrigues Borges De Brito

Escola: Escola Municipal Irma Luiza Gomes

HOMEM REAGE A MANDADO DE PRISÃO E ACABA MORTO POR POLICIAIS EM SÃO BENTO DO UNA, NO AGRESTE DE PE

Com informações do NE10 INTERIOR -

Um homem morreu em uma troca de tiros com a Polícia Militar nessa quinta-feira (30) em São Bento do Una, no Agreste de Pernambuco. De acordo com informações da polícia, Malaquias Rocha da Silva, de 47 anos, teria reagido e atirado contra policiais que estavam cumprindo um mandado de prisão contra ele. Os policiais reagiram e atingiram o homem, que morreu no local.

Ainda segundo a polícia, ele teria praticado um latrocínio, roubo seguido de morte, há 20 anos. A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar o caso. 

O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), em Caruaru, também no Agreste.

DEPUTADOS E PREFEITOS EM 2016

Com informações do Blog do Magno Martins -

Dos 49 novos deputados estaduais eleitos, pelo menos 19 têm projeto para entrar na disputa municipal em 2016. Na prática, mais de um terço dos novos parlamentares querem governar seus municípios. Em Caruaru, os dois mais votados – Tony Gel (DEM) e Raquel Lyra (PSB) – devem brigar pelo poder local.

Em Petrolina, os três estaduais eleitos para representar o município também são pré-candidatos a prefeito: Odacy Amorim (PT), que já se lançou, Lucas Ramos (PSB) e Miguel Coelho, que disputarão a preferência do partido. No Cabo, a disputa deve ser polarizada entre o deputado estadual eleito Lula Cabral (PSB) e o federal eleito Betinho Gomes (PSDB).

Já a presidente estadual do PT, a deputada reeleita Teresa Leitão, é, desde já, a preferida do seu partido para disputar a Prefeitura de Olinda, enquanto Rodrigo Novaes, também reeleito pelo PSD, deve disputar a Prefeitura de Floresta. Já Augusto César, também reeleito pelo PTB, deve concorrer em Serra Talhada.

Novato na Assembleia, o deputado eleito Nilton Mota (PSB) é o candidato natural do partido a prefeito de Surubim, enquanto Beto Acioly (SD) pensa em disputar a Prefeitura de Camaragibe. Também reeleito, o deputado Ângelo Ferreira tende a disputar a Prefeitura de Sertânia, enquanto Eduino Brito, do PHS, tende a entrar na briga pela Prefeitura de Arcoverde.

Outros prováveis candidatos: Joel da Harpa (PROS), em Jaboatão, Cleiton Collins, também Jaboatão, Ricardo Costa, em Olinda e João Eudes em Pesqueira. Isso sem falar na briga pela Prefeitura do Recife, cujo cenário pode atrair os deputados Edilson Silva (PSOL) e Priscila Krause (DEM).

INTERVENÇÃO – A intervenção nacional no diretório estadual do PR, com a destituição do deputado Inocêncio Oliveira e a nomeação do deputado federal Anderson Ferreira, pode ter um desfecho favorável a Inocêncio na próxima semana. A direção do partido em Brasília agendou uma reunião na próxima quarta-feira com os deputados filiados ao partido no Estado.

Estrada paralisada – As obras de requalificação da PE-292, que liga o distrito de Albuquerquené, em Sertânia, ao município de Afogados da Ingazeira, trecho de apenas 60 km, foram paralisadas. O secretário de Infraestrutura, João Braga, acha que o problema se dá por falta de fluxo de caixa no Estado.

Laços políticos – O deputado Gonzaga Patriota (PSB) não nega seu parentesco com o servidor Johan Solano, flagrado pela PF usando dois equipamentos agrícolas do Governo em sua propriedade. Ressalta, entretanto, que o maior parentesco, o da política, Solano tem com o prefeito Marcones Libório e a ex-prefeita Creuza Pereira. “Ele votou para federal em Creuza e sua relação política é com o prefeito”, afirmou.

Peitando Uchoa – O deputado Aluízio Lessa (PSB) contrariou o presidente da Assembleia, Guilherme Uchoa (PDT), ao afirmar, ontem, no Frente a Frente, que o próximo comandante da Casa será escolhido obedecendo ao critério da proporcionalidade. Sendo assim, cabe ao PSB à presidência e não ao PDT, como deseja Uchoa.

André avermelhou – Embora tenha votado em Marina no primeiro turno e em Aécio Neves no segundo turno, o presidente estadual do PSD, deputado federal eleito André de Paula, anunciou, ontem, que estará alinhado ao partido no apoio ao Governo Dilma. Já na próxima quarta-feira ele participa de uma reunião para afinar o discurso neopetista.

CURTAS

PLEBISCITO – Os aliados não entendem porque a presidente Dilma voltou a falar em plebiscito para a reforma política. Desde junho de 2013, quando defendeu a proposta, ela sabe que o Congresso é contra. E se insistir certamente irá colher tempestades.

FULANIZANDO – A presidente Dilma informou a seus principais assessores que vai começar a fulanizar a reforma ministerial na segunda-feira, quando retornar da Base Naval de Aratu. Um dos que estiveram com ela aposta que Dilma “deve começar pela Fazenda”.

Perguntar não ofende: Dilma vai ceder à fome de cargos do PMDB?

'A glória de Deus está nas coisas encobertas; mas a honra dos reis, está em descobri-las'. (Provérbios 25-2).

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA CRESCE QUASE 3% EM 12 MESES, DIZ EPE

Com informações da Agência Brasil -

O consumo de energia elétrica segue crescendo a níveis mais altos que a expansão da economia do país. Nos 12 meses compreendidos entre outubro de 2013 e setembro de 2014, houve aumento de 2,9% no consumo, com destaque para o setor de comércio, com 7,3%. A indústria, ao contrário, apresentou queda, o consumo diminuiu 1,7%.

Em termos gerais, no período, o país consumiu 458.459 Gigawatts-hora (Gwh), em 2013, e 471.751 GWh em 2014, um aumento de 13.292 GWh. Os números foram divulgados hoje (30), na Resenha Mensal de Energia Elétrica, publicada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Nos 12 meses até setembro, o maior crescimento percentual coube à Região Norte, com 8,7%, seguida pelo Centro-Oeste (5,5%), Sul (5,4%) e Nordeste (1,9%). A Região Sudeste, que concentra 52% do consumo energético nacional, cresceu 1,3% no período.

No Sudeste, o segmento industrial registrou uma queda expressiva no consumo energético, de 3,4%, em 12 meses. Na comparação do mês de setembro deste ano com outubro do ano passado, o declínio no Sudeste é ainda maior, 9%.

Os dados completos podem ser acessados na página da EPE na internet (www.epe.gov.br).

SÃO PAULO VENCE O EMELEC PELA SUL-AMERICANA

Com informações do Globoesporte.com -

Uma vitória por 4 a 2 não pode ser considerada um mau resultado. Longe disso. Mas diante das circunstâncias, o triunfo do São Paulo sobre o Emelec, por esse placar, no Morumbi, pela partida de ida das quartas de final da Copa Sul-Americana, foi, no mínimo, frustrante. Explica-se: com futebol envolvente e eficiente, o Tricolor terminou o primeiro tempo com triunfo parcial de 3 a 0 (Michel Bastos, Hudson e Alan Kardec). Na volta para a etapa final, um apagão, dois gols sofridos e só mais um gol marcado (Antônio Carlos).

Se com o placar do primeiro tempo o Tricolor poderia perder por 2 a 0 no Equador, na próxima quarta-feira, às 22h (de Brasília), agora esse mesmo placar daria ao Emelec a classificação às semifinais do torneio. Mesmo assim, a situação do São Paulo é boa. Com os 4 a 2, o time brasileiro joga pelo empate ou até derrota por um gol de diferença. Se fizer um gol em Guayaquil, o Emelec terá de fazer três. Se fizer dois, o time equatoriano terá de fazer quatro para ir aos pênaltis ou cinco para avançar direto.
Pelo Brasileirão, o São Paulo volta a campo no domingo, às 17h, contra o Criciúma, fora de casa. O Tricolor é vice-líder, cinco pontos atrás do líder Cruzeiro.

Três vezes Tricolor
O São Paulo começou a partida em ritmo lento. Marcando em cima, o Emelec deu pouco espaço para o time de Muricy. E mais: os equatorianos estavam atentos a qualquer vacilo para encaixar um contra-ataque. Mas a qualidade individual do Tricolor fez a diferença logo aos 12 minutos. Kaká tocou para Maicon, que ajeitou para Michel Bastos bater colocado. Um belo gol. A resposta do Emelec só não foi imediata porque Rogério Ceni fez linda defesa em chute de Herrera. Que susto.

Superior em campo, o São Paulo tinha dificuldade em chegar com perigo à área adversária. E o time equatoriano abusava das faltas. A partida ficou tensa. Quando parecia que o rival ia crescer, o Tricolor acelerou. Ganso achou Kaká na grande área com belo passe. Na sobra, Hudson aumentou a vantagem para 2 a 0, aos 34. Dez minutos depois, um ataque fulminante. Ganso cruzou para Kaká. O camisa 8 ajeitou para Alan Kardec cortar um zagueiro e tocar para o fundo do gol.

Emelec reage e dá trabalho
Muricy Ramalho sacou Maicon no retorno para o segundo tempo para a entrada do zagueiro Antônio Carlos. Assim, Hudson foi para o meio de campo, e Paulo Miranda foi deslocado para a lateral direita. Só que no começo da etapa final só deu Emelec. E o time equatoriano diminuiu aos dois minutos, com Bolaños. Rogério Ceni falhou no lance. Empolgado com o gol, a equipe visitante partiu para a pressão. Deu certo. O segundo saiu aos nove, em chute de Mena, que recebeu bom lançamento.

Irreconhecível, o São Paulo levou vários sustos. Demorou a se encontrar, mas chegou ao quarto gol aos 24 minutos. Hudson aproveitou sobra de escanteio e cruzou para Antônio Carlos marcar de cabeça. Mesmo assim, não deixou de dar espaços para o Emelec, sempre perigoso no contra-ataque. Muitas vezes perdido em campo e totalmente dependente das boas jogadas de Ganso, o Tricolor se segurou e manteve o resultado de 4 a 2.

Foto: AFP

FETAPE DIVULGA NOTA DE REPÚDIO AO DEPUTADO MENDONÇA FILHO

Com informações do Blog de Inaldo Sampaio -

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (Fetape) divulgou nota nesta quinta-feira 30) manifestando sua “indignação” com o posicionamento do deputado federal reeleito, Mendonça Filho (DEM-PE), autor do projeto de Decreto Legislativo que revoga o Decreto Presidencial 8243/2014, editado pela presidente Dilma Rousseff, instituindo o Sistema Nacional de Participação Social.

Por esse sistema, que aprofundaria a democracia participativa, o governo consultaria conselhos populares antes de definir suas políticas públicas.

Segundo a Fetape, são contrários à criação desses conselhos pessoas que se dizem “representantes do povo” para votar contra o próprio povo.

Isso porque, diz a entidade, “é inaceitável que por medo da divisão do poder sejam realizadas articulações contrárias à ampliação da participação social e popular”.

Nega que a competência do Poder Legislativo esteja sendo usurpada pelo Decreto Presidencial e logo em seguida faz a seguinte pergunta: “E de nós, quantos direitos não vêm sendo usurpados há muito tempo por esse tipo de posicionamento da elite conservadora que ocupa as cadeiras parlamentares?”

O Decreto presidencial foi derrubado na Câmara Federal e segundo o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) terá esse mesmo desfecho no Senado.

PSDB QUER AUDITORIA PARA RESULTADO DAS ELEIÇÕES 2014

Com informações da Exame.com -

O PSDB protocolou nesta quinta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedido de auditoria especial para verificar o resultado das eleições presidenciais deste ano.

O candidato do partido Aécio Neves perdeu a disputa para a petista Dilma Rousseff por uma diferença de 3,28 pontos percentuais.

Na petição, assinada pelo coordenador jurídico do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), o partido justifica que há "uma somatória de denúncias e desconfianças por parte da população brasileira" motivada pela decisão do tribunal de só divulgar o resultado da eleição presidencial após a votação no Estado do Acre.

"O aguardo do encerramento da votação no Estado do Acre, com uma diferença de três horas para os Estados que acompanham o horário de Brasília, enquanto já se procedia a apuração nas demais unidades da federação, com a revelação, às 20h00 do dia 26 de outubro, de um resultado já definido e com pequena margem de diferença são elementos que acabaram por fomentar, ainda mais, as desconfianças que imperam no seio da sociedade brasileira."

O partido pede ao TSE a abertura de processo de auditoria nos sistemas de votação e de totalização dos votos, por uma comissão de especialistas formada a partir de representantes indicados pelos partidos políticos.

"É justamente com o objetivo de não permitir que a credibilidade do processo eleitoral seja colocada em dúvida pelo cidadão brasileiro que nos dirigimos neste momento à presença de Vossas Excelências", alega. O TSE ainda não se manifestou a respeito.

TSE DESCARTA POSSIBILIDADE DE VAZAMENTO DE RESULTADO DAS ELEIÇÕES NO ÚLTIMO DOMINGO

Com informações da Agência Estado -

A disputa presidencial no 2º turno foi mais acirrada do que chegou ao conhecimento dos eleitores. Pouco mais de trinta minutos antes da primeira abertura para acompanhamento da apuração, às 20h, o tucano Aécio Neves despontava em primeiro lugar na votação. A virada aconteceu às 19h32, quando Dilma Rousseff, a presidente eleita, possuía 50,5% dos votos e Aécio, 49,95%. Só os técnicos do tribunal assistiram o minuto a minuto da totalização dos votos. O TSE refuta a possibilidade de vazamento da apuração.

"Temos convicção de que não houve vazamento", disse o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro João Otávio de Noronha. Questionado sobre o assunto nesta quinta-feira, Toffoli disse que os boatos de que determinado candidato estava à frente de outro, no dia da eleição, se tratavam apenas de "especulação".

De acordo com o corregedor-geral, o TSE montou um esquema para manter os técnicos responsáveis pela apuração isolados, sem contato inclusive com outros membros da Corte. A orientação dada pelo presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, era para que os técnicos não informassem nem a ele o resultado parcial da eleição antes da abertura dos dados para todo o País.

Pouco depois das 19h30, os ministros do tribunal, junto com as equipes jurídicas das campanhas do PT e do PSDB e outras autoridades, como o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, se reuniram no Centro de Divulgação das Eleições (CDE), junto à imprensa, para aguardar a abertura dos resultados. Às 20h, o resultado parcial apareceu para os ministros e para o Brasil inteiro. Dilma estava na frente, mas a eleição não estava matematicamente definida.

Antigamente, de acordo com Noronha, os ministros chegavam a acompanhar a apuração dos votos. Este ano, contudo, por conta do fuso horário do Acre e do horário de verão, o resultado só poderia começar a ser divulgado a partir das 20h, com a votação encerrada em todas as unidades federativas. O tempo de três horas entre o fim da votação no Sudeste e em Estados do Norte possibilitaria que, quando os resultados fossem abertos, o presidente já estivesse praticamente definido. Por essa razão, o TSE decidiu que ninguém, além da área técnica, acompanharia a totalização. "Quem poderia vazar? Nós estávamos lá, com os jornalistas", questiona Noronha, ressaltando a presença dos ministros no CDE.

Informações de que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso iria embarcar para Minas Gerais, divulgadas na internet, alimentaram a especulação de que a campanha do tucano tinha acesso à apuração. Noronha lembra, contudo, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, à tarde, embarcou para Brasília para acompanhar o resultado junto com a presidente Dilma Rousseff. "Houve movimentação dos dois lados", diz Noronha, reforçando o entendimento de que não há qualquer tipo de vazamento.

Mesmo o bom resultado de Aécio no início da apuração, segundo ele, já era esperado. No primeiro turno, o movimento foi semelhante, de acordo com ele. Isso porque a apuração de São Paulo, maior colégio eleitoral do País, que teve votação expressiva no tucano, começa antes do fechamento das urnas do Nordeste, por exemplo, onde o PT tem predominância.

PF PRENDE QUADRILHA QUE FRAUDOU R$ 12 MI DO INSS

Com informações do PE247 -

Treze pessoas foram presas hoje (30) pela Polícia Federal (PF) em Pernambuco suspeitas de participação em uma organização criminosa que pode ter causado um prejuízo superior a R$ 12 milhões à Previdência Social. A quadrilha falsificava documentos para a recuperação de ativos tais como, veículos, bens imóveis, valores e motos aquáticas, provocando rombo mensal em torno de R$ 200 mil.

De acordo com a PF, foram cumpridos na Operação Omni, 51 mandados judiciais, sendo seis de prisão preventiva, sete de prisão temporária e 38 de busca e apreensão nos municípios pernambucanos de Garanhuns, Canhotinho, do Recife, de Tamandaré, Caruaru, Bezerros e de São Caetano, além de Maceió (AL) e praia da Pipa, em Tibau do Sul (RN).

Também são alvos da operação, segundo a PF, duas contadoras, um advogado, três servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e dois funcionários da prefeitura de Garanhuns (PE) que estão cedidos para uma agência do INSS no município de Canhotinho. Também é investigada a participação de laranjas no esquema.

As investigações, que tiveram o apoio do Ministério da Previdência Social e do Ministério Público Federal, identificaram que a quadrilha era comandada por um empresário de Caruaru (PE). Ainda foi identificado um esquema de lavagem de dinheiro por meio de uma rede de postos de combustíveis que estavam sob intervenção judicial.

Em latim, o termo Omni significa onipresente que, segundo a PF, faz referência aos beneficiários que estariam vivos e mortos ao mesmo tempo.

VACINAÇÃO CONTRA PÓLIO (PARALISIA INFANTIL) E SARAMPO COMEÇA DIA 8 DE NOVEMBRO

Com informações da Agência Brasil -

A campanha de vacinação contra a poliomielite e o sarampo começa no próximo dia 8 e segue até 28 de novembro. Os sábados 8 e 22 serão os dias de mobilização nacional, quando postos de todo país ficam abertos para intensificar a campanha.

No caso da poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, a população-alvo inclui crianças a partir de 6 meses até 5 anos incompletos. A expectativa do governo é vacinar mais de 12,7 milhões de crianças em todo o país. Serão distribuídas 17,8 milhões de doses orais (vacina em gotas). O ministério, no entanto, recomenda a vacina injetável para as crianças acima de 6 meses que estão com o esquema de vacinação atrasado.

Já na imunização contra o sarampo, a faixa etária do público-alvo é a partir de 1 ano até 5 anos incompletos. A estimativa é vacinar 10,9 milhões de crianças. Serão distribuídas 12,5 milhões de doses da vacina tríplice viral, que protege também contra a caxumba e a rubéola. A campanha, considerada de seguimento, é realizada a cada cinco anos e foi antecipada este ano no Ceará e em Pernambuco em razão de casos identificados em ambos os estados em 2013 e 2014.

O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, destacou que as vacinas são seguras e recomendadas pela Organização Mundial da Saúde. No caso da vacina oral e da vacina injetável contra o sarampo, as reações são consideradas raras e, no caso da dose contra a pólio, as reações incluem febre ou dor no local da aplicação.

"Não podemos ter nenhuma dúvida sobre a necessidade de se manter a população protegida", disse Jarbas. Mais de 100 mil postos de saúde, 350 mil profissionais e 42 mil veículos (terrestres, marítimos e fluviais) devem integrar a campanha este ano.

O Brasil é considerado livre da poliomielite desde 1990. Em 1994, recebeu da Organização Pan-americana de Saúde a certificação de área livre de circulação do vírus.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, lembrou que a continuidade das campanhas é fundamental para evitar a reintrodução da doença no país. Entre 2013 e 2014, dez países registraram casos de sarampo, sendo que três deles são considerados endêmicos (Paquistão, Nigéria e Afeganistão).

"O Brasil recebe uma quantidade grande de turistas e nós também saímos muito do país. É preciso que essa arma de prevenção, que é a vacina, seja utilizada", destacou.

A poliomielite, segundo a pasta, é um doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança, quando infectada, não morre, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso e provocam paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores.

Já o sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns incluem febre alta, tosse, manchas vermelhas, coriza e conjuntivite. A transmissão acontece de pessoa para pessoa por meio de secreções expelidas ao tossir, falar ou respirar. A única forma de prevenção da doença é a vacinação.

RESULTADOS DESTA QUARTA PELA COPA BRASIL, SUL-AMERICANA E ESTADUAIS

Com informações de Agências -

Copa do Brasil 2014 (Semifinal - jogos de ida)

Flamengo 2 x 0 Atlético-MG
Cruzeiro 1 x 0 Santos

Copa Sul-Americana 2014 (Quartas de final - jogos de ida)

Estudiantes-ARG 1 x 2 River Plate-ARG
Nacional de Medellín-COL 1 x 0 Univ. César Vallejo-PER

Copa Rio 2014 (Segunda fase - 4ª rodada)

Boavista 3 x 2 Macaé
Madureira 2 x 1 Bangu
America 0 x 0 Resende
Friburguense 1 x 0 Volta Redonda

Campeonato Catarinense Segunda Divisão 2014 (Quadrangular - 3ª rodada)

Camboriú 0 x 1 Inter de Lages
Concórdia 1 x 2 Guarani de Palhoça

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

APÓS AS ELEIÇÕES, COPOM SURPREENDE E SOBE JUROS PARA 11,25% AO ANO

Com informações do G1 -

Em sua primeira reunião após a reeleição da presidente Dilma Rousseff, o Comitê de Política Monetária (Copom) surpreendeu ao elevar a taxa básica de juros da economia brasileira de 11% para 11,25% ao ano. Foi a primeira elevação desde abril deste ano, o que levou a taxa de juros ao maior patamar desde o fim de 2011.

A decisão surpreendeu a maior parte dos economistas do mercado financeiro, que apostavam maciçamente em nova manutenção da taxa básica da economia em 11% ao ano. A decisão acontece em um momento de fraca atividade econômica, tendo o Produto Interno Bruto (PIB) registrado retração no primeiro e segundo trimestres deste ano – o que configura recessão técnica – embora a inflação em doze meses até setembro tenha somado 6,75%, acima do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro.

O próprio Banco Central havia sinalizado, na ata da última reunião, ocorrida em setembro, que os juros não deveriam ser reduzidos, mas não havia deixado claro que a taxa poderia ser elevada. Na ocasião, informou que seria plausível afirmar que, levando em conta estratégia de não redução do instrumento de política monetária (juro), a inflação tenderia a entrar em trajetória de convergência para a meta nos trimestres finais do horizonte de projeção (2016).

Segundo analistas, vários fatores que influenciam a inflação se contrapõem neste momento. O baixo nível de atividade e a queda dos preços das "commodities" (produtos básicos com cotação internacional) atuam para conter a inflação, ao mesmo tempo em que a alta do dólar e dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros), continuam pressionando os preços. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.

Decisão não foi unânime
A decisão do Copom, entretanto, não foi unânime. Votaram pela elevação da taxa Selic o presidente da instituição, Alexandre Tombini, além dos diretores Aldo Mendes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton e Sidnei Corrêa Marques. Votaram pela manutenção da taxa Selic em 11% ao ano os seguintes integrantes do Comitê: Altamir Lopes, Luiz Awazu Pereira da Silva e Luiz Edson Feltrim.

Ao fim do encontro, foi divulgada a seguinte explicação: "Para o Comitê, desde sua última reunião, entre outros fatores, a intensificação dos ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável. À vista disso, o Comitê considerou oportuno ajustar as condições monetárias de modo a garantir, a um custo menor, a prevalência de um cenário mais benigno para a inflação em 2015 e 2016".

Metas de inflação
Pelo sistema de metas de inflação vigente na economia brasileira, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Para 2014, 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o IPCA, que serve de referência para o sistema brasileiro, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

No fim de setembro, o Banco Central estimou, por meio do relatório de inflação, um IPCA de 6,3% para este ano e de 5,8% a 6,1% para 2015, ou seja, valor ainda distante da meta central de 4,5% para ambos os anos. Segundo a autoridade monetária informou naquele momento, a inflação começará a convergir mais fortemente para a meta central somente em 2016.

Em doze meses até setembro, o IPCA somou 6,75% - acima do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro. Entretanto, o governo considera que a meta foi cumprida ou não apenas com base no acumulado em 12 meses até dezembro de cada ano.

Política econômica
A política econômica foi alvo de ataques da oposição durante a campanha presidencial deste ano. O baixo crescimento da economia brasileira, assim como o fato de a inflação estar oscilando ao redor de 6% nos últimos anos, foi atacada pelo candidato do PSDB, Aécio Neves

De acordo com Silvio Campos Neto, economista-sênior da Tendências Consultoria, houve "perda de credibilidade" do BC, uma vez que a inflação oscilou ao redor de 6% nos últimos anos e meses, mais próxima do teto do sistema de metas, do que do objetivo central de 4,5%. Para ele, a instituição teria de promover um aumento muito grande da taxa neste momento para tentar retomar a confiança.

"A politica macroeconômica está muito desajustada, especialmente o lado fiscal [gastos públicos] nos últimos anos. Isso dificulta ainda mais o lado da política monetária [definição dos juros]. É importante recolocar a parte macroeconômica em ordem, com uma política mais consistente fiscal e monetária, e mostrar como lidar com o câmbio, zerando o jogo, e passar para a sociedade quais são os objetivos", avaliou o economista da Tendências, antes da reunião do Copom.

MEGA-SENA ACUMULA, E PRÊMIO PODE CHEGAR A R$ 7 MILHÕES

Com informações do G1 -

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 1.648 da Mega-Sena realizado nesta quarta-feira (29), em Osasco (SP). No próximo sorteio, que vai acontecer no sábado (1°), a previsão é que o prêmio chegue a R$ 7 milhões.

Veja as dezenas: 15 - 16 - 18 - 20 - 22 - 48.

A quina teve 98 acertadores e cada um vai levar R$ 17.711,66. Já a quadra pagará R$ 447,18 para cada um de seus 5.545 ganhadores.

Para apostar
A Caixa Econômica Federal faz os sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas-feiras e aos sábados. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 2,50.

ÍNDICE DE NASCIMENTOS NO BRASIL CAI ABAIXO DA TAXA DE REPOSIÇÃO

Com informações da Agência Brasil -

O estudo Saúde Brasil, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Ministério da Saúde, mostra que entre 2000 e 2012 o número de nascimentos no país caiu 13,3%. Mostra ainda que desde 2005 o número de filhos tem sido menor que 2,1 por mulher, índice considerado necessário para que a população não diminua no futuro.

Esse índice, chamado taxa de reposição, só é ultrapassado na Região Norte, onde a taxa de fecundidade é 2,24 filhos por mulher. A Região Sul é onde as mulheres menos têm filhos, com 1,66 filho em média por mulher, seguida do Sudeste (1,67), do Centro-Oeste (1,8) e do Nordeste (1,85). A média nacional é 1,77 filho por mulher.

De acordo com o estudo, seguindo essa tendência, o processo de envelhecimento da população deverá se intensificar, e em duas décadas o crescimento demográfico será estabilizado. Depois disso, a perspectiva é de redução do tamanho da população brasileira, o que confirma tendência verificada anteriormente pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

CENÁRIO ELEITORAL: NE NÃO TEM "CULPA", DIZ ESPECIALISTA

Com informações do TERRA NOTÍCIAS -

O historiador econômico Thomas Conti se cansou das mensagens de ódio e xenofobia lançadas nas redes sociais neste domingo e segunda-feira, depois de encerrado o 2º turno das Eleições que sagraram Dilma Rousseff (PT) presidente. Diversos internautas compartilharam mapas do Brasil divididos entre o vermelho e o azul, representando, respectivamente, PT e PSDB. Para provar que não é bem assim, Conti decidiu levantar os números e pintar – literalmente – o mapa do Brasil e das eleições conforme a realidade. Os resultados? Estamos “juntos e misturados” e não há vermelho e azul e, sim, um roxo 'esparramado' por todo o território. 

O Terra conversou pelo Facebook com Thomas que disse estar satisfeito com a repercussão do seu estudo. O mapa foi compartilhado por mais de 16 mil pessoas no Facebook, além de ter sido retuitado por quase 2 mil no Twitter. O sucesso do mapa foi tão grande que até derrubou o blog do historiador econômico da Unicamp. Segundo ele, os números demonstram que pessoas estão dispostas a lutar contra a xenofobia e a segregação entre as regiões brasileiras. “Isso não é pouca coisa, o discurso está na sociedade brasileira há muito tempo”.

Apesar de ter recebido milhares de mensagens de ódio e preconceito, por eleitores enfurecidos, ele destaca a importância da divulgação de dados e informações corretas – para ir contra os “memes” e compartilhamentos sem estudos. “É muito triste ver como tanta gente não perde a oportunidade de disseminar discursos de ódio. Embora alguns talvez não tenham salvação, pensei que muita gente poderia estar com conclusões erradas por desinformação. Tentei ajudar na campanha contra esse ódio aos nordestinos, que não tem sentido nenhum”, disse.

“A História Econômica depende de dados e documentos para fazer uma interpretação que se aproxime da realidade, e percebi como os gráficos que estavam sendo repassados escondiam a diversidade dos números”, explica.

Para montar o mapa, Thomas usou seus conhecimentos em História Econômica (ele está terminando o Mestrado pela Unicamp e pretende cursar Doutorado) e os números dos votos válidos por estado. Depois disso, fez uma tabela no Excel e conseguiu montar pela “Formatação Condicional” os números em escala de cor – sendo o vermelho básico representado a candidata do PT e o azul básico o candidato do PSDB. A cor roxa demonstra a mistura de votos nos estados e, como percebemos, é predominante.

Com o mapa, o historiador econômico diz que gostaria de tirar o “ranço” e instigar o interesse pela política por todos – não só às vésperas das eleições, mas pelos próximos quatro anos. “Quis estimular as pessoas a desconfiarem de análises maniqueístas, bipolares - a sociedade não é assim há muito tempo. E, mais importante, quis lembrar que a eleição e o voto são uma parte muito pequena do que significa a democracia. Nossa democracia já foi interrompida por golpes militares duas vezes, temos só 26 anos de tradição democrática. Manter-se engajado e atento na política do País, buscando informações, é um elemento central para o exercício da cidadania e para a construção dessa democracia do século XXI. E discursos de ódio não terão espaço nessa construção: quanto antes conseguirmos superá-los, melhor”, defende.

Minas Gerais, a história e a vitória de Dilma
Para Thomas, ao contrário do cenário nordestino mostrado na internet, o estado de Minas Gerais tem importante participação na vitória da petista. “Na verdade, se o Aécio tivesse se garantido em Minas Gerais, seu próprio Estado, a mesma margem que conseguiu em Estados como o Acre e Santa Catarina, teria saído eleito das urnas. Mas não foi o caso e o nordeste não tem culpa de seus estrategistas de campanha terem dado MG como vitória certa”, afirma.

Como diz o próprio candidato mineiro, Aécio Neves, não há como apagar a história. E quando olhamos para ela, enxergamos a importância de Minas Gerais nas decisões eleitorais. O historiador econômico lembra que o estado sempre foi central na política – há muitos anos. “Quem não lembra da "política do café com leite", São Paulo e Minas se revezando no poder durante a Primeira República?”, relembra. 

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More