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sábado, 12 de dezembro de 2015

É PRECISO IR ALÉM DO IMPEACHMENT, DIZ FHC

Com informações do Blog de Inaldo Sampaio -

Líderes nacionais do PSDB reuniram-se em São Paulo com o ex-presidente FHC para avaliar a crise política, que se agravou nos últimos dias diante da adesão de parte significa do Congresso à proposta de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em que pese a resistência da CUT, UNE, MST e outros movimentos sociais, o impedimento da presidente está evoluindo para um caminho sem volta. O vice Michel Temer já é recebido por empresários como futuro presidente e também tratado como tal por deputados e senadores da própria base governista. 

Esta é, para tristeza do PT, a realidade que está posta aos olhos de todos. No entanto, disse FHC aos tucanos, não se pode fazer do impeachment a única pauta política do país. É preciso debater também, disse ele, o sistema eleitoral “que não funciona”, devido à proliferação de partidos, a “desordem orçamentária” e a crise da Previdência que tem um déficit previsto para 2016 de R$ 84 bilhões.

FHC disse aos líderes do PSDB que a pauta política do país não pode ficar restrita ao pedido de impeachment de Dilma Rousseff

Orquestra afinada

Desde ontem, os seis governadores do PSDB passaram a falar a mesma linguagem sobre o impeachment de Dilma. Geraldo Alckmin (SP), Beto Richa (PR), Marconi Perillo (GO), Reinaldo Azambuja (MS), Pedro Taques (MT) e Simão Jatene (PA) irão dizer a partir de agora que “impeachment não é golpe”, e que esse mecanismo está previsto na Constituição. Além disso, dirão também que o vice Michel Temer (PMDB) está preparado para governar o país.

Debate - A Câmara de Vereadores de Caruaru convidou o comandante do 4º Batalhão da PM, tenente-coronel Roberto Galindo, para participar de uma audiência pública com os vereadores sobre a criminalidade no município, que cresce assustadoramente. O militar reconheceu que os índices são “alarmantes” e apontou os bairros do Salgado e Santa Rosa como os mais violentos.

Duelo – Pichação na sede do PT de Fortaleza: “A casa caiu”. Dia seguinte, na sede do PSDB de Juazeiro (CE), reduto histórico dos tucanos, veio o troco: “Dilma fica e não vai ter golpe”.

Divisão – Não há hipótese de o PSB sair unido da reunião do próximo dia 17 porque a maioria da bancada federal é a favor do impeachment e os três governadores do partido, contra.

Roubo – Para quem acha que a Hemobrás e a transposição do São Francisco encerram a série de escândalos no Brasil, convém lembrar que a Lava Jato ainda pode se prolongar até 2020.

Ajuste – Gino Albanez (foto), prefeito de São Lourenço, fez um brutal ajuste na máquina para manter a prefeitura adimplente com seus fornecedores e em dia com os seus servidores. Isso lhe permitiu fazer a economia necessária para pagar o 13º salário até o dia 20 e o mês de dezembro até o dia 30, injetando na economia local cerca de R$ 7,5 milhões.

Premier - O ato descortês de José Serra em relação à ministra Kátia Abreu – chamou-a de “namoradeira” e foi chamado por ela de “machista” – não ofusca as qualidades do senador, que ontem fez palestra no Recife a convite de Paulo Câmara. Se Michel Temer assumir o governo, ele será uma espécie de 1º ministro com apoio da elite paulistana.

Pulso – Eduardo Cunha tem sua parcela de culpa pelo fato de o Conselho de Ética da Câmara Federal ter adiado pela 7ª vez a votação do parecer que pode levá-lo à cassação por quebra do decoro. No entanto, o presidente do colegiado, José Carlos Araújo (PSD-BA), também tem sua quota de responsabilidade porque não tem pulso para conduzir os trabalhos. A “tropa de choque” de Cunha pinta e borda e ele não faz absolutamente nada.

Conselho - Do ex-vereador Sérgio Magalhães (PMN) sobre o processo de impeachment contra Dilma que tramita na Câmara Federal: “Eu, se fosse a presidente, não perderia mais tempo com o PMDB. Faria a relação dos 172 votos de que ela precisa para arquivar o processo e trataria esses deputados a pão-de-ló. Até porque se ela não tiver 1/3 dos votos da Câmara para livrar-se do processo, não tem mais condições de permanecer na Presidência”.

Foto: Reprodução

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