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terça-feira, 5 de julho de 2016

COLUNA: NEM CARRO SE VENDE MAIS

Com informações do Blog do Magno Martins -

A atual situação econômica do Brasil é tecnicamente de estagnação. A crise econômica não é mais apenas uma hipótese e consta como fato em toda pauta de reunião de empresários do País e também fora dele. Acreditar em mais uma história sobre “marolas” é negar a realidade econômica do país e abrir a porta para o fracasso.

É claro que, como em toda situação de incerteza, principalmente em ano eleitoral, certa dose de pânico acaba se instalando. Esse também não é o caminho para a solução do problema, pois em momentos de histeria decisões precipitadas podem também acabar destruindo o seu negócio. Um exemplo de que o País chegou ao atoleiro vem de São Paulo, dos números sobre venda de automóveis.

As vendas de carros, caminhões e ônibus novos tiveram o pior 1º semestre em 10 anos, segundo dados da federação dos concessionários (Fenabrave). Foram vendidos 983.599 veículos entre janeiro e junho últimos, contra 1.318.984 no mesmo período de 2015, uma queda de 25%.

O resultado foi o pior desde 2006, quando foram emplacadas 861.000 unidades no 1º semestre. No mesmo período de 2007, o volume já passou de 1 milhão (1.082.257 unidades)."Já estamos notando uma melhora nos índices de confiança, tanto por parte de consumidores como de investidores, mas não imaginamos grandes mudanças nos dados do setor até que o cenário político se defina", disse Alarico Assumpção Jr, presidente da Fenabrave.

A entidade, no entanto, não alterou as projeções para 2016 de 15% de queda nas vendas de veículos em geral. "Essas projeções já consideram uma melhora no quadro geral da economia e do setor, pois, se os dados se mantivessem como no início do ano, os resultados seriam piores”, disse. Diferentemente, a associação das montadoras (Anfavea) já havia revisto, para baixo, as suas projeções de vendas e de produção para 2016 antes mesmo do fechamento do semestre.

Segundo as novas previsões, as vendas devem cair 19% no ano, para pouco mais de dois milhões. Enquanto era o quarto maior mercado do mundo, nos primeiros anos da década, o Brasil chegou a vender quase o dobro disso. E a produção de carros, caminhões e ônibus deverá recuar 5,5%, para 2,29 milhões de unidades.

SEM FIM – A Operação Lava Jato começou em março de 2014 e agora que chegou ao núcleo político. Muitas vezes vimos alguém dizer que é preciso que ela chegue logo ao fim "para trazer normalidade ao país" - este tem sido o argumento. Mas a demonstração de ontem, por parte de procuradores da República responsáveis pela 31ª fase da operação – a Abismo –dá para concluir, sem medo de errar: A Lava Jato não vai acabar nem tão cedo. Uns dizem, inclusive, que a operação que investiga o esquema de corrupção que agia na Petrobras "não vai acabar nunca".

Alianças além dos partidos – O PR, liderado no Estado pelo secretário de Transportes, Sebastião Oliveira, já se aliou ao PT em dois municípios nas eleições municipais. Em Surubim, o vice-prefeito Fábio Barbosa já subiu no palanque da reeleição do prefeito Túlio Vieira, com quem estava rompido. Já em São José do Belmonte, no Alto Sertão, acontece o contrário. É o PT quem está apoiando o candidato republicano a prefeito, Vital Machado. O entendimento foi confirmado durante encontro no Sindicato dos Trabalhadores Rurais, sábado passado, com a presença do deputado Rogério Leão, ex-prefeito.

Batendo duro – Do senador Humberto Costa (PT) sobre as revelações do presidente interino Michel Temer (PMDB), de que pretende fazer um amplo programa de privatizações: "Isso era um risco sabido: o de privatizarem o que sobrou do nosso patrimônio. Agora, o presidente sem voto confirma que vai vender nossas empresas para fazer caixa para o mercado financeiro. É um retrocesso completo. Não se brinca com o patrimônio público de um País. Deixar essa farsa do impeachment avançar é perder tudo pelo que trabalhamos arduamente durante anos. É entregar tudo aos entes privados".

Calote no Ecad - Enquanto oferece cachês milionários para cantores em seus eventos e é investigada por suposto superfaturamento nos contratos, a Prefeitura de Caruaru se recusa a pagar pelos direitos autorais das músicas que são executadas nestas festas, como prevê a Lei Federal.  Segundo o gerente executivo do Ecad, Márcio Fernandes, há 12 anos a Prefeitura não respeita o trabalho dos autores e não paga direitos autorais pela Festa de São João de Caruaru. “Infelizmente, esta é a realidade de diversos eventos promovidos por prefeituras e governos estaduais em todo País. O incentivo e o acesso à cultura devem ser prioridades nas políticas de governo, mas não às custas dos autores e demais profissionais”, reclama.

Newton se alia a Edmar - Em Jaboatão, o candidato do PHS a prefeito, Edmar de Oliveira, tem arrebatado o apoio de lideranças importantes e que têm enorme capacidade de transferência de votos, como é o caso do ex-prefeito Newton Carneiro (PP). Edmar já está nas ruas há muito tempo no corpo a corpo com o eleitorado e nos próximos dias deve fazer um grande ato para dar o start da sua candidatura, que será homologada em convenção no início de agosto.

CURTAS

PARECER – Embora o prazo oficial tenha terminado ontem, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Osmar Serraglio (PMDB-PR), disse que aceitará que o deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF) entregue até hoje o parecer que analisa recurso apresentado pela defesa do presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O peemedebista recorreu da decisão do Conselho de Ética que recomendou a cassação de seu mandato.

SANEAMENTO – Após anunciar um esforço concentrado para compensar duas semanas sem votações, o presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), cancelou a sessão deliberativa convocada para ontem.  O argumento é que não seria alcançado o número mínimo de deputados para realizar votações (257 parlamentares). Nas últimas duas semanas, a Casa já ficou paralisada porque Maranhão decidiu liberar os deputados para comemorar as festas juninas nos seus estados, principalmente no Nordeste.

Perguntar não ofende: Privatizar geral seria uma boa saída para o País, como pretende Temer? 

Foto: Reprodução

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