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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

REVOADA NA BASE

Com informações do Blog do Magno Martins -

O mês de agosto está sendo de contratempos e dissabores para a presidente Dilma Rousseff que, ontem, tomou um café amargo ao analisar os números da pesquisa do Instituto Datafolha que a colocam num patamar invejável: pior do que o ex-presidente Fernando Collor de Melo no ápice da crise do seu afastamento.

Além dos números adversos outra notícia ruim: PTB e PDT em deixaram a base de apoio parlamentar no Congresso. Os dois partidos entram em uma linha de independência política, embora mantenham os Ministérios do Desenvolvimento Econômico (PTB) e do Trabalho (PDT). Deputados das duas siglas, mesmo como integrantes do grupo aliado, chegaram a votar contra à orientação do Governo Dilma.

O líder do PDT, André Figueiredo, entrou em conflito com o líder do Governo na Câmara Federal, José Nobre Guimarães, e o acusou de atitudes desrespeitosas com os aliados.  “O PDT é o único partido que manifesta previamente a forma como vai votar. E não aceita mais ser chamado de traidor ou infiel. Isso é desrespeitoso com a nossa história’’, disse Figueiredo.

Guimarães chegou a afirmar que os aliados infiéis poderiam perder posições (cargos) na administração federal. Segundo Figueiredo, o PDT decidirá quanto à permanência do ministro Manoel Dias no Governo.  “Os próximos passos serão dados em comum acordo com a Executiva do partido e com a bancada do Senado”, assinalou.

Os senadores, segundo ele, devem acompanhar a decisão. “O processo tende a evoluir com a entrega dos cargos no Governo. Não creio que essa decisão demore. O Ministério é da presidente Dilma, que pode perfeitamente dizer que não deseja que a pasta fique nas mãos do ministro do PDT’’, observou.

O PTB, também, rompeu com o Governo e, embora com cargos na administração federal, terá atuação de independência, segundo o líder da bancada, Jovair Arantes (GO). Hoje, o PTB integra um bloco liderado pelo PMDB e integrado por legendas como PP e PSC. Arantes comunicou ao líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), sua disposição de requerer o desligamento do PTB desse bloco.

Fez isso “para dar conforto” aos colegas, já que os petebistas decidiram aprovar, por unanimidade, a proposta combatida pelo Planalto. Arantes afirmou que só se manteve no bloco encabeçado pelo PMDB porque Picciani lhe informou que também encaminhará o voto a favor das propostas consideradas “pautas-bombas” pelo Governo.

COTA PESSOAL– A posição do PTB de se distanciar do Governo não atinge o ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro. Sua presença na Esplanada dos Ministérios não é cota partidária, mas uma escolha pessoal da presidente Dilma. Tão logo foi empossado, aliás, Armando chegou a tentar se abrigar em outro partido, fazendo junções especialmente no PSD, mas o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, já havia entregue o controle do partido no Estado ao secretário de Cidades, André de Paula.

Subindo os degraus– O que se ouve em Brasília é que a operação Lava Jato vai pegar, sim, Lula e levá-lo ao xadrez. Mas antes dele seriam presos o ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci, e Paulo Okamoto, este principal operador do ex-presidente e dono das finanças do Instituto Lula. Em março, o nome de Palocci figurou na lista de 50 autoridades contra as quais o procurador-geral, Rodrigo Janot, pediu a abertura de inquéritos ao STF. O relator da Lava Jato no STF, ministro Teori Zavascki, determinou a abertura de investigações sobre Palocci, mas na primeira instância, ou seja, sob o comando do juiz Sergio Moro.

PIB chega junto– As Federações das Indústrias de São Paulo e do Rio de Janeiro (Fiesp e Firjan) divulgaram uma nota de apoio à proposta de união apresentada na véspera pelo vice-presidente da República, Michel Temer. Depois de conversar com líderes da Câmara e do Senado, Temer, articulador político do Palácio do Planalto, afirmou que a situação do Brasil é "grave" e fez um apelo para que “todos se dediquem a resolver os problemas do país”. O vice-presidente disse que o Congresso Nacional é capaz de unificar o País.

Delação assombração– Um dia após o primeiro item da “pauta-bomba” ser aprovado na Câmara, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que a derrota do Governo se deve ao fato de a base aliada estar, segundo ele, “absolutamente deteriorada”. O peemedebista disse que falta “política” ao Palácio Planalto e defendeu uma “revisão” de objetivos.

Crime contra aposentados – O prefeito de Carpina, Carlinhos do Moinho (PSB), tem matado os aposentados e pensionistas na unha. Além de não ter pago até hoje o 13º salário da categoria, a quem não dar nenhuma satisfação, vem recolhendo o percentual abatido dos empréstimos consignados todos os meses regularmente, mas não repassa o mesmo valor para o banco onde os aposentados se endividaram. Isso é crime! Cadê o Ministério Público?

CURTAS 

BOMBA – A Câmara aprovou em primeiro turno o texto-base da proposta de emenda à Constituição que vincula os salários das carreiras da Advocacia-Geral da União e de delegados civis e federais a 90,25% do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o que hoje daria R$ 30,4 mil. Também estão incluídos procuradores de estado e de municípios com mais de 500 mil habitantes.

EMOÇÃO– A família do escritor e dramaturgo paraibano Ariano Suassuna se emocionou ao participar da inauguração do Teatro Pedra do Reino, no Centro de Convenções de João Pessoa, na noite de quarta-feira passada, especialmente quando o governador Ricardo Coutinho (PSB) apresentou a escultura de Ariano, fixada na entrada do teatro. A viúva Zélia Suassuna definiu o momento em poucas palavras: “Estou emocionada. Mal consigo falar”.

Perguntar não ofende: A crise é passageira, como disse ontem o PT em seu programa nacional de TV? 

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