Mais de 30 mil integrantes das Polícias Civil e Militar, da Força Nacional, da Polícia Federal e das Forças Armadas integram um dos maiores esquemas de vigilância da história do Brasil para garantir a segurança do Papa Francisco e de 1,5 milhão de peregrinos que irão participar da Jornada Mundial da Juventude, entre os dias 22 e 28 de julho, no Rio de Janeiro e em Aparecida (SP).
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| Motos da PM e das Forças Armadas farão escolta do Papa (Foto: G1) |
Após a Copa das Confederações, em que jogos foram realizados em 6 capitais, a visita do novo Papa ao país é considerada o teste final para a Copa do Mundo de 2014. Receber com segurança o público dará o aval para que o Brasil possa realizar sem desconfianças a Copa, daqui a um ano, e as Olimpíadas de 2016, abrigando equipes de todo o mundo, inclusive algumas que possam ser alvos de atentados terroristas, um das preocupações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
A Abin monitora diversos tipos de risco, aos quais as polícias e os militares foram alertados: crimes comuns, como furtos e roubos, o crime organizado, protestos e manifestações, terrorismo - grupos extremistas radicais, ou pessoas que queiram promover ataques isolados motivados por alguma causa - e acidentes de trânsito estão entre as preocupações que colocarão em xeque a segurança da evento.
A Abin monitora diversos tipos de risco, aos quais as polícias e os militares foram alertados: crimes comuns, como furtos e roubos, o crime organizado, protestos e manifestações, terrorismo - grupos extremistas radicais, ou pessoas que queiram promover ataques isolados motivados por alguma causa - e acidentes de trânsito estão entre as preocupações que colocarão em xeque a segurança da evento.
Papamóvel aberto preocupa
Outra preocupação é com o papamóvel escolhido pelo Papa, e que pegou todos de surpresa. A previsão é que o Pontífice passeasse pelo rua com um carro blindado, que era usado por Bento XVI. Mas o Papa Francisco escolheu um modelo mais simples, aberto, e sem blindagem, que foi trazido pela Aeronáutica do Vatico.
"Claro que o Papa não vir com veículo blindado é uma preocupação. Mas é uma escolha pessoal dele. Ele prefere utilizar um carro aberto, não gosta de se deslocar de helicóptero pela cidade. Se fosse tudo blindado seria mais cômodo para nós. Nossa missão é bem clara, garantir a realização do evento e a segurança do Papa", afirmou o general Abreu.
Informa o G1




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