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segunda-feira, 27 de julho de 2015

AS DIGITAIS DE LULA

Com informações do Blog do Magno Martins -

A capa da revista Veja desta semana ainda está dando muito o que falar. Com o título “A vez dele” e uma foto de um Lula extremamente envelhecido, revela que o operador da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, o maior amigo do ex-presidente, que reformou toda a sua fazenda de Atibaia, decidiu contar ao Ministério Público Federal tudo o que sabe sobre a participação de Lula no petrolão e como o filho Lulinha ficou milionário.

Segundo a reportagem, Léo Pinheiro não quer repetir o que fez o Marcos Valério do mensalão, que está mofando numa penitenciária de Minas Gerais. “Léo e Lula são bons amigos. Mais do que por amizade, eles se uniram por interesses comuns. Léo era operador da empreiteira OAS em Brasília. Lula era presidente do Brasil e operado pela OAS. Na linguagem dos arranjos de poder baseados na troca de favores, operar significa, em bom português, comprar”, diz um dos trechos da matéria.

Para acrescentar:” Agora operador e operado enfrentam circunstâncias amargas. O operador esteve há até pouco tempo preso em uma penitenciária em Curitiba. Em prisão domiciliar, continua enterrado até o pescoço em suspeitas de crimes que podem levá-lo a cumprir pena de dezenas de anos de reclusão. O operado está assustado, mas em liberdade. Em breve, Léo, o operador, vai relatar ao Ministério Público Federal os detalhes de sua simbiótica convivência com Lula, o operado”.

Para a revista, agora o ganho de um significará a ruína do outro. Léo quer se valer da lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff, a delação premiada, para reduzir drasticamente sua pena em troca de informações sobre a participação de Lula no petrolão, o gigantesco esquema de corrupção armado na Petrobras para financiar o PT e outros partidos da base aliada do governo.

Por meio do mecanismo das delações premiadas de donos e altos executivos de empreiteiras, os procuradores já obtiveram indícios que podem levar à condenação de dois ex-ministros da era lulista, Antônio Palocci e José Dirceu. Delatores premiados relataram operações que põem em dúvida até mesmo a santidade dos recursos doados às campanhas presidenciais de Dilma Rousseff em 2010 e 2014 e à de Lula em 2006.

As informações prestadas permitiram a procuradores e delegados desenhar com precisão inédita na história judicial brasileira o funcionamento do esquema de sangria de dinheiro da Petrobras com o objetivo de financiar a manutenção do grupo político petista no poder. É nessa teia finamente tecida pelos procuradores da Operação Lava-Jato que Léo e Lula se encontram.

Léo Pinheiro autorizou seus advogados a negociar com o Ministério Público Federal um acordo de colaboração. As conversas, segundo a Veja, estão em curso e o cardápio sobre a mesa. “Com medo de voltar à cadeia, depois de passar seis meses preso em Curitiba, Pinheiro prometeu fornecer provas de que Lula patrocinou o esquema de corrupção na Petrobras, exatamente como afirmara o doleiro Alberto Youssef em depoimento no ano passado”, revela a reportagem-bomba.

Resta saber se o executivo da OAS se dispôs de verdade a explicar como o ex-presidente se beneficiou fartamente da farra do dinheiro público roubado da Petrobras, o maior escândalo da história republicana. Só um bobo para acreditar que a falcatrua não tem o DNA do ex-presidente Lula.

NA PRESSÃO – Grupos favoráveis ao impeachment de Dilma ensaiaram, ontem, manifestações simultâneas em todas as capitais, a partir das 18 horas, conclamando o TCU a rejeitar as contas da presidente. O "SOS TCU" mobiliza simpatizantes através das redes sociais. Fazem parte da ofensiva os grupos Brasil Livre, Nas Ruas, Vem Pra Rua, Brasil Melhor, BH Contra a Corrupção, Pátria Livre, Gigantes Brasileiros, Acorda Brasil, Democracia e Ética, Força Democrática, Caras Pintadas e Fora Dilma Vitória.

A rebelião de Patriota – O deputado federal Gonzaga Patriota perdeu a patente de presidente vitalício do PSB em Petrolina para o deputado estadual Miguel Coelho, filho do senador Fernando Bezerra Coelho. Mas já mandou recado à executiva estadual: não cumprirá o acordo para ficar na vice-presidência da comissão provisória do diretório municipal. Já o deputado estadual Lucas Ramos engoliu a imposição de Miguel goela-abaixo, mas por trás estimula a rebelião de Patriota.

Estratégia lulista – Seguindo a regra elementar da política de que a melhor defesa é o ataque, a presidente Dilma retomará as viagens em agosto, anunciará programas e reforçará marcas populares do primeiro mandato. Aconselhada por Lula, vai conversar com todos os movimentos sociais próximos ao PT, visitar os governadores dos estados e retomar o chamado 'Conselhão', fórum do Planalto com empresários. É uma reação temendo o ato do dia 16 nas ruas, pelo seu afastamento.

Ariano Suassuna – Durante passagem por Garanhuns, sábado passado, onde prestigiou o Festival de Inverno, o governador Paulo Câmara lançou o Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia, para Incentivar a produção da dramaturgia pernambucana por meio da publicação de textos inéditos e preservar a memória das expressões populares em todas as suas formas e modos próprios. O ato contou com a presença do secretário de Cultura, Marcelino Granja, a presidente da Fundarpe, Márcia Souto, e familiares de Ariano, como o neto João Suassuna e a filha Marina Suassuna.

Acordo na terra de Lampião – Em Serra Talhada, o prefeito Luciano Duque (PT) e o secretário estadual de Transportes, Sebastião Oliveira, discutem uma estratégia para isolar e fragilizar o ex-prefeito Carlos Evandro (PSB), que pode passar por uma chapa consensual, tendo Duque na cabeça disputando à reeleição com o advogado Valdemar Oliveira (PR), na foto ao lado, irmão de Sebastião, na vice.

CURTAS 

LYRA NA LIDERANÇA – Em Caruaru, pesquisa contratada pela oposição mostra o ex-governador João Lyra Neto (PSB) liderando com folga. Bate o deputado Tony Gel (PMDB) e o senador Douglas Cintra (PTB). O que se diz por lá é que o candidato do seu grupo será ele próprio e não a filha Raquel Lyra, deputada estadual.

PAUTA – Após um semestre de intensos atritos com o Executivo, o Congresso retoma os trabalhos a partir de agosto com a votação de pautas delicadas para o Palácio do Palácio, como o projeto que reduz as desonerações na folha de pagamento de empresas – parte do pacote de ajuste fiscal. Temas polêmicos como redução da maioridade e financiamento privado de campanha também estarão em debate.

Perguntar não ofende: Quantos governadores nordestinos virão amanhã prestigiar a posse de João Paulo na Sudene? 

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