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segunda-feira, 27 de julho de 2015

SALDO DE MEDALHAS FOI POSITIVO PARA O BRASIL E PARA PERNAMBUCO NO PAN DO CANADÁ

Com informações do Blog de Primeira -

Encerrado os Jogos Pan-Americanos 2015, os brasileiros podem se dar por satisfeitos ao realizarem o balanço do desempenho no evento de Toronto, no Canadá. O objetivo do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) era o de se manter entre os três primeiros no quadro de medalhas, meta que foi alcançada exatamente conforme se programou. Inclusive, a campanha foi igual a Guadalajara-2011. A diferença é que, enquanto este ano foram somados 41 ouros, 40 pratas e 60 bronzes – dando o total de 141 medalhas, em 2011 o número de medalhas douradas chegou a 48, sendo 35 pratas e 58 bronzes. O retrospecto também foi positivo para o Estado, já que, individualmente ou em grupo, os pernambucanos participaram diretamente na conquista de seis medalhas de ouro.

Na piscina, disputando os 100m costas, Etiene Medeiros fez história ao conquistar a primeira medalha dourada para a natação feminina brasileira em Pans. Também foi dourado o triunfo da sertaneja Yane Marques. Primeira colocada nos Jogos de Toronto, a pernambucana repetiu o feito do Rio-2007 e se sagrou bicampeã pan-americana no pentatlo moderno. Nas modalidades coletivas, JP Batista (basquete masculino) foi ouro, assim como Bruno Santana (handebol masculino) e Samira Rocha (handebol feminino). Fechando a lista de representantes dourados do Estado está a goleira Bárbara Micheline (futebol feminino).

Apesar dos números positivos para o País, o atletismo encerrou a competição com um resultado diferente do que se era esperado. O time brasileiro deixou o Canadá com 13 medalhas, sendo apenas uma de ouro. Na comparação com os últimos Jogos Pan-Americanos, a modalidade conquistou dez ouros e um total de 23 medalhas. “São alguns pontos de atenção e coisas que precisam ser acertadas. Vamos nos reunir e conversar sobre o que pode ser feito”, discursou Marcus Freire, gerente executivo de esportes do COB.

Em contraponto, a natação fez bonito e, além da grande quantidade de subidas ao pódio, ainda foi coroada com o recorde pan-americano do experiente Thiago Pereira, que se tornou o maior vencedor da competição, com 23 medalhas. Com isso, os atletas brasileiros cravaram o nome do País em terceiro no quadro, ficando atrás apenas de Estados Unidos e Canadá, mas a frente de Cuba, fato que não ocorria desde Winnipeg-1967.

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