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segunda-feira, 2 de maio de 2016

UM PARTIDO SEM DONO E SEM LÍDERES

Com informações do Blog do Inaldo Sampaio -

O PSB é um partido sem dono e igualmente sem líderes. Sua última grande liderança foi o ex-governador Eduardo Campos, que sabia conviver com todos e construir consensos quando entendia ser necessário. O último consenso partidário foi a candidatura própria à Presidência da República. Os irmãos Ciro e Cid Gomes discordaram dessa tese e foram convencidos pelo próprio Eduardo a deixar a legenda para que ela se apresentasse aos eleitores sem dissidências. 

Hoje, sob a presidência de Carlos Siqueira, o PSB não consegue consenso em torno de nada. Dividiu-se quando foi chamado a decidir se engrossaria ou não o bloco de oposição ao governo Dilma e quando teve que encarar a tese do impeachment da presidente da República. Agora, para fechar o ciclo dos “não consensos”, uma ala do partido deseja participar do governo Michel Temer, e outra – liderada por Paulo Câmara e Geraldo Júlio – defende apoio ao novo governo, “mas sem cargos”.

Ministros – A “imaginação criadora” de nossa imprensa já escalou 8 pernambucanos para o ministério de Michel Temer: Roberto Freire (PPS), Cristovam Buarque (PPS), Raul Jungmann (PPS), Mendonça Filho (DEM), Jarbas Vasconcelos (PMDB), Augusto Coutinho (SD), Raul Henry (PMDB) e Fernando Filho (PSB). Se dos oito confirmar-se pelo menos um, Pernambuco agradecerá.

Corte – O prefeito afastado de Gravatá, Bruno Martiniano (sem partido), ajuizou ação contra o Governo do Estado numa vara da Fazenda Pública da capital por estar sem receber salário desde a intervenção. O interventor Mário Cavalcanti cortou o salário dele e do vice-prefeito Rafael Prequé (PRB).

Bíblia – O deputado Odacy Amorim (PT) não participou do ato público que se realizou sábado (30) em Petrolina em defesa do mandato de Dilma Rousseff por obediência à sua religião. Ele é adventista de 7º dia.

Quarteto – A oposição ao futuro governo Michel Temer será exercida no Congresso por quatro partidos: PT, PCdoB, PDT e PSOL. A Rede de Marina ainda não clarificou sua posição, mas poderá ser o 5º.

Volta – Peru foi o último país a ser visitado oficialmente pelo ministro Armando Monteiro (Indústria e Comércio Exterior), que vai retornar ao Senado na próxima semana para votar contra o impeachment.

Expulsão – O PDT já instalou processo de expulsão contra os seis deputados federais que desafiaram a orientação do partido e votaram pelo impeachment de Dilma Rousseff. W0lney Queiroz (PE), disciplinado, seguiu o presidente Carlos Lupi. O deputado Mário Hering perdeu a direção do PDT-MG.

Ordem – Réu no processo do mensalão, o ex-deputado Valdemar Costa Neto (SP) continua com o controle do Partido da República (PR). Partiu dele a determinação para que Anderson Ferreira fosse substituído na presidência do partido em Pernambuco por Sebastião Oliveira, por ter votado a favor do impeachment.

Aperto – Paulo Câmara aceitou a sugestão dos secretários Márcio Stefanni (Fazenda) e Milton Coelho (Administração) para que, a partir de junho, o salário dos ocupantes dos cargos em comissão e funções gratificadas seja pago no dia 12 do mês seguinte. A receita do ICMS não está sendo mais suficiente para bancar as despesas com a folha e o Fundo de Participação do Estado (FPE) vai entrar na jogada.

Foto: Reprodução

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