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terça-feira, 1 de março de 2016

LULA NÃO ASSUSTA MAIS A OPOSIÇÃO

Com informações do Blog de Inaldo Sampaio -

O ex-presidente Lula falou mais do que devia na festa de aniversário do PT (36 anos) que se comemorou sábado passado, no Rio de Janeiro. Além de abordar, superficialmente, as questões que estão corroendo a sua imagem – como o apartamento do Guarujá e o sítio de Atibaia -, ele garantiu que será candidato a presidente em 2018 se o Brasil assim o desejar. 

Bem, pelas pesquisas mais recentes, o Brasil não revela o desejo de pôr o ex-sindicalista lá mais uma vez. Ele tem uma rejeição de 49%, o que significa dizer que metade dos eleitores não votaria nele de jeito nenhum. Além disso, depois do mensalão e da Lava Jato, é improvável que o povo brasileiro vá eleger um petista para presidente da República pela quinta vez consecutiva. O cenário é favorável à oposição, que tem dois nomes em evidência, Aécio Neves e Marina Silva. Mas cuja lista poderá ser acrescida com Ciro Gomes, Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin.

Nem uma coisa nem outra

Até o pernambucano Fernando Lyra, ministro da Justiça de Sarney escolhido por Tancredo Neves, a pasta era responsável pela condução política do governo. Por lá passaram o próprio Tancredo, Agamenon Magalhães e Petrônio Portela, para ficar apenas nesse trio. Depois de Lyra, que ficou apenas 1 ano no cargo, a pasta deixou a política de lado: Paulo Brossard, Nélson Jobim, Márcio Thomaz Bastos, etc. O ex-José Eduardo Cardozo não é político e nem jurista.

Embate – A pedido do deputado Eduardo da Fonte (PP), o vice de Santa Cruz do Capibaribe, Dimas Dantas (PP), vai enfrentar o prefeito Édson Vieira (PSDB) nas próximas eleições. Há mais dois candidatos na disputa que são Fernando Aragão (PTB) e Rodolfo Aragão (PSOL). O ex-deputado José Augusto Maia (PTB), mais forte nome da oposição, estará fora do páreo.

Chapão – O vereador recifense Romildo Gomes Neto não resistiu aos apelos do governo e vai trocar o PSD pelo PSB para disputar a reeleição pela Frente Popular. O “chapão” não o assusta.

Pontapé – Com 6% de intenções de voto para presidente da República, segundo a mais recente pesquisa do Datafolha, o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ) já trocou o PP pelo PSC.

Salto – Garante o deputado Sílvio Costa (PTdoB) que não perdeu a presidência regional do PSC para André Ferreira. Saiu do partido por divergências com a cúpula e André o segurou.

Reforço – Caso a previsão das pesquisas se confirmem e o deputado Manoel Botafogo (PDT) retorne em janeiro à prefeitura de Carpina, seu candidato a estadual já está escolhido: Vinicius Labanca, do PSB, filho do ex-prefeito de São Lourenço Ettore Labanca. O federal será Danilo Cabral. Foi o que disse ontem o próprio Botafogo a Paulo Câmara.

Baixas – A confirmar-se a informação de que o deputado e presidente regional do Solidariedade, Augusto Coutinho, pretende colocar o filho, Rodrigo, como candidato a vereador no Recife, a chapa proporcional do partido poderá sofrer algumas baixas, entre elas Rinaldo Júnior (presidente da Força Sindical) e a ex-vereadora Beatriz Vidal. A conferir.

Corte – Se for colocado em pauta, o projeto do senador Jorge Viana (PT-AC) que reduz de 81 para 54 o número de senadores e de 513 para 385 o número de deputados federais só terá o voto dele próprio e dos senadores Cristovam Buarque (PPS-DF) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Até prova em contrário, ninguém aprova projeto para dificultar sua reeleição.

Ordem – De passagem pelo sertão, o governador Paulo Câmara prometeu que até o final deste mês dará a ordem de serviço para a restauração da PE-425 (que liga Floresta a Carnaubeira da Penha). “Luto por isso desde o primeiro mandato do governador Eduardo Campos”, disse o deputado Rodrigo Novaes (PSD), ex-vice-prefeito de Floresta e filho do ex-deputado Vital Novaes, que foi o porta-voz da região na Alepe durante 24 anos.

Traição – A vinda de Roberto Amaral para a solenidade de filiação da vereadora Marília Arraes ao PT, na próxima 5ª feira, tem um simbolismo importante. Amaral assumiu a presidência nacional do PSB após a morte de Eduardo Campos, mas logo depois foi destituído em favor de Carlos Siqueira. Amaral permanece no partido, mas como dissidente. A exemplo de Marília, ele acusa o PSB de ter caminhado para a “direita”, traindo seus princípios.

Foto: Reprodução

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