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sábado, 25 de junho de 2016

TRÊS NOVOS POLOS DE AGLUTINAÇÃO POLÍTICA EM PERNAMBUCO

Com informações do Blog de Inaldo Sampaio -

Além do Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, Pernambuco conta no momento com mais três pólos de aglutinação política. 

O primeiro é o senador Armando Monteiro, derrotado por Paulo Câmara na disputa eleitoral de 2014. Ele comanda o PTB pernambucano e por ser o principal líder de oposição agrega outras forças políticas que gravitam em torno de sua liderança (PTdoB, PRB, PTN, etc.). O segundo pólo de aglutinação é o deputado federal Bruno Araújo, ministro das Cidades do governo Michel Temer. A pasta que ele comanda é responsável pela política de habitação e saneamento do governo federal, o que faz dele por si só potencial candidato a governador. O terceiro é o ministro Mendonça Filho, porém com menos chance do que Araújo de viabilizar uma candidatura majoritária em 2018. Em todo caso, isso mostra que o poder em Pernambuco não está concentrado num líder só.

Armando Monteiro, Bruno Araújo e Mendonça Filho exercem em Pernambuco um forte poder de aglutinação.

Cuidado com as finanças

Eduardo Campos tinha extremo cuidado com o comitê financeiro de suas campanhas. Na disputa pelo governo estadual em 2006, por exemplo, ele recusou contribuições de empresários que viriam pelo “caixa dois”. Sofrera bastante no episódio dos precatórios e isso lhe serviu de lição para o resto da vida. Como morreu precocemente, jamais saberemos se ele sabia que o avião que o matou pertencia a uma quadrilha.

Foguete – Nunca, antes, na história política do Brasil, se viu tantos fatos políticos ocorrendo simultaneamente. A “Operação Turbulência” foi ofuscada dois dias depois pela “Custo Brasil”, que levou o ex-ministro Paulo Bernardo para a cadeia e só ainda está na mídia por causa da morte do empresário Paulo César Morato.

Queda – A candidatura de Izabel Urquiza (PSDB) à prefeitura de Olinda deu uma encolhida nos últimos meses e está sendo suplantada pelas de Antonio Campos (PSB), Teresa Leitão (PT) e Ricardo Costa (PMDB).

Correria – Depois que Eduardo Cunha caiu em desgraça, seus aliados na bancada federal pernambucana sumiram. Ele teve o apoio de 17 dos 25 membros da bancada e hoje não conta com mais nenhum.

Nível – O prefeito Geraldo Júlio (PSB) estaria em melhor situação política e administrativa se todos os seus secretários fossem do nível de João Braga (Serviços Públicos), espécie de “oásis” no meio do deserto.

Vácuo – O PSB já trabalha com a hipótese de o deputado Ângelo Ferreira eleger-se prefeito de Sertânia. Caso isso aconteça, a cadeira que ele ocupa na Assembleia Legislativa será disputada por um socialista do Pajeú. O candidato natural seria o prefeito José Patriota (Afogados), que não quer. O seu projeto é a Câmara Federal.

Tucano – Como vice-presidente estadual do PSDB, é natural que o prefeito Elias Gomes queira indicar um tucano para disputar sua sucessão em Jaboatão dos Guararapes, mas esbarra na carência de nomes. Com a desistência de Evandro Avelar, ou banca a ex-secretária Conceição Nascimento ou se aliará ao PSB.

São João – Apesar da crise financeira, muitos municípios pernambucanos mantiveram a tradição e conseguiram com a ajuda de patrocinadores realizar um bom São João. Foi o caso de Caruaru, Petrolina, Limoeiro, Arcoverde, Carpina, Salgueiro e Araripina. O prefeito Júlio Lossio (PMDB) deu a “carga máxima” em Petrolina por estarmos em ano eleitoral. O custo do “São João do Vale” teria sido superior ao do São João de Caruaru.

Foto: Reprodução

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